“É preciso repensar os critérios monetaristas que estão a contaminar a Europa”
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A secção "Opinião publicada" deste sítio é uma montra de artigos relevantes, publicados nos media, com indicação do autor e da fonte. É mais um contributo para o debate. A selecção de textos é da nossa exclusiva responsabilidade e não envolve os autores dos textos seleccionados.

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O melhor que Manuel Alegre tem a fazer é reforçar o seu discurso crítico e o seu estatuto independente
[Elísio Estanque, Público.pt, 02-09-2010] | 0 comentários
Entrámos no mês de Setembro, a escassos quatro meses da eleição presidencial. O homem que "nunca se engana e raramente tem dúvidas", também já não terá dúvidas (se é que algum dia as teve) de que é o candidato da direita. Dos quatro candidatos no terreno há um que pode projectar sobre si os holofotes sem precisar de se afirmar como tal. Cavaco Silva (CS) cultiva a imagem que mais votos pode render: a de um "Presidente-pai" protector, ponderado, discreto e responsável, que não se quer "sujar" na lama da política. Se pudesse, talvez acabasse com as campanhas. Ou seja, como qualquer chefe conservador ou tecnocrata, faz política contra a política. O debate de ideias, supostamente essencial em democracia, dá lugar ao monólogo, às frases vazias e banais, ditas com o habitual ar sisudo ou emolduradas pelo sorriso amarelo a que obriga a pré-campanha. Continuação

Kafka nas finanças
[São José Almeida, Público.pt, 28-08-2010] | 0 comentários
Defensora que sou da importância do Estado e do seu funcionamento democrático, de forma a assegurar iguais direitos e deveres a todas as cidadãs e a todos os cidadãos, crente de que o homem é aquilo a que se chamava, quando era jovem, "animal social" e pouco dada a entusiasmar-me por utopias individualistas que vêem no mito do fim do Estado uma espécie de oásis divino da liberdade individual, fui confrontada a semana passada com uma história que abalou a mais profunda da minha convicção de que o Estado, em particular o Estado português, funciona, é capaz e tem uma organização norteada para a justiça. É, em suma, uma pessoa de bem.
Continuação

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[Joaquim Jorge, Primeiro de Janeiro, 23-08-2010] | 2 comentários
Manuel Alegre tem perante si um desafio difícil, mas não impossível, de chegar a Presidente da República.
Apesar de Cavaco Silva ainda não ter dito que é candidato, toda a gente já percebeu que o vai ser.
Continuação

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[Horácio Vale César, Jornal i, 03-08-2010] | 0 comentários
Manuel Alegre cumpriu, na íntegra, em campanha (e em combate) o seu serviço militar, em tempo de guerra. Nada ficou a dever ao Exército, senão a honra de nele ter servido, quando por ele foi chamado. O Exército nada lhe terá ficado a dever, nem mesmo o cuidado com que o general-comandante da Região Militar de Angola mandou que revistassem a sua casa particular "com olhos de ver". Diz-se e escreve-se, no entanto, aqui e acolá, que o passado militar persegue o candidato. Lido o i (dia 28) e a documentação nele exibida, conclui-se outra coisa: não é, afinal, o passado militar que persegue o candidato. O que persegue o candidato é quem persegue o seu passado político. E o que se persegue nesse passado político? A sua oposição à ditadura do Estado Novo e à prossecução de uma guerra colonial, contra os interesses nacionais, durante cerca de 14 anos. Assim, tudo fica mais claro!Continuação

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Ao contrário de Soares I e Sampaio I, Cavaco perdeu pontos em casa e não ganhou fora. O seu eleitorado encolheu.
[Domingos Amaral, Director da 'GQ', CM, 09-06-2010] | 0 comentários
Normalmente, os presidentes são reeleitos. Foi assim com Eanes, Soares e Sampaio. Se com Eanes ainda houve dúvidas, pois tinha contra si a AD, os casos de Soares e Sampaio foram favas contadas. No primeiro mandato, procuraram consensos, seduzindo os que não haviam votado neles. Resultou, e os adversários, que também não eram à altura, nem cheiraram a taça.
Continuação

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O novo pacote de medidas de austeridade deve ser analisado segundo três grandes dimensões:
[Manuel Alegre, DN, 16-05-2010] | 0 comentários
A crise financeira mundial foi fruto da desregulação dos mercados. Não é possível resolvê-la repetindo as mesmas receitas. É urgente um novo paradigma e uma nova regulação financeira global que, entre outras coisas, ponha termo à desvergonha especulativa, ao poder excessivo das agências de notação de dívida e à criação de produtos tóxicos.Continuação

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[José Niza, O Mirante, 13-05-2010] | 0 comentários
Se o meu amigo Moita Flores tivesse um tempinho disponível pedia-lhe para decifrar o misterioso caso do professor que não sabia ler. E dava-lhe algumas pistas.

O professor de Abrantes deu uma entrevista à Lusa, na qual, sem papas na língua, declarou para a posteridade que o seu camarada Manuel Alegre “nunca lutou por qualquer causa, além de ter sido deputado, e mesmo assim nada de especial”. Ao ler isto fiquei um bocado chateado e brindei o dr. Nelson Carvalho com um merecido puxão de orelhas.
Continuação

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Artigo de Baptista Bastos
[Baptista Bastos, DN, 13-05-2010] | 0 comentários
Perderam-se as referências cívicas que assinalaram o nosso tempo e marcaram os nossos destinos. Um desfile de nomes, de obras, de probidade, de desempenho ético, que reabilitaram a fisionomia moral e cultural de uma pátria sequestrada pela violência do fascismo.
Continuação

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A vida torna-se interessante, por estar cheia de surpresas, ?
[Camilo Mortágua, MIC, 06-05-2010] | 4 comentários
Apreciava o homem de sensibilidade solidária a vocação universalista. Sempre apreciei a
sua capacidade para levar a solidariedade de Portugal aos mais longínquos e trágicos
lugares do mundo, ( hoje interrogo-me se este homem não está sendo obrigado a pagar a factura dos apoios concedidos para o seu protagonismo na execução de tão meritórias tarefas).
Continuação

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Quando li, não quis acreditar.
[José Niza, Mirante, 30-04-2010] | 1 comentário
E fiquei tão perplexo que liguei para O Mirante para tentar saber se não havia erro ou confusão. Fui esclarecido: a notícia era verídica e tinha sido feita com base num despacho da agência Lusa.

Mas, afinal, de que se trata?

Trata-se de uma notícia, saída no último O Mirante, sobre o apoio de alguns militantes socialistas do distrito à candidatura presidencial do meu colega Fernando Nobre. Até aqui, nada de especial: cada um que apoie quem entender.
Continuação

[ Paulo Valério, 14-04-2010] | 0 comentários
De acordo com uma entrevista recente, a propósito do livro “O miúdo que pregava pregos numa tábua”, Alegre refere o primeiro tiro que ouviu numa emboscada, em Nambuangongo. Uma memória que não passa, o som de um tiro de guerra, da “bala que assobia”, autêntico prenúncio de morte. Alegre fala-nos do medo, dos seus medos, fala de avanços e recuos, de fragmentos. E comenta a sua dualidade essencial – entre o político e o escritor – como sendo, afinal, a sua unidade verdadeira.Continuação

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[Daniel Sampaio, Pública, 11-04-2010] | 0 comentários
O rapaz que pregava pregos numa tábua é hoje o poeta Manuel Alegre, candidato à Presidência da República. Na entrevista que deu a Carlos Vaz Marques, na revista Ler de Abril, diz-nos: o novo livro é "uma viagem por dentro de mim mesmo". Percebi agora melhor o seu desejo de ser Presidente quando cita Saint-Exupéry - "a infância é um país" - e me leva a recordar também que "o essencial é invisível para os olhos".Continuação

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[por João Rodrigues, Jornal i, 05-04-2010] | 0 comentários
As contas estão feitas: as empresas que o governo quer privatizar geraram, no ano passado, resultados líquidos positivos de 350 milhões de euros, o que representa mais do dobro do montante que o governo quer poupar no PEC com o pagamento de juros da dívida pública. Os seis mil milhões de receitas previstas, quando nem um cêntimo estava inscrito no programa eleitoral do PS, contribuirão para uma redução insignificante, de pouco mais de 2%, do peso da dívida pública no PIB. Continuação

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[Maria Amélia Campos, MIC, 16-03-2010] | 0 comentários
A recente notícia, vinda a público, do professor de música que se suicidou, por não suportar o modo indigno como era tratado pelos seus alunos, fez logo correr uma toada de “especialistas-psicólogos” e de outras psiques, que, a avaliar pelo teor das suas intervenções, nunca puseram os pés numa sala de aula.Continuação

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[Maria Amélia Campos, MIC, 11-03-2010] | 0 comentários
Não sei quantos poetas há no mundo, nem mesmo no mundo lusófono. Mas sempre que um poeta morre o mundo fica mais pobre. E essa pobreza não se recupera nunca, porque cada poeta é único no seu modo de sentir e de usar a palavra.
Continuação

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[* Jorge Cruz , 02-03-2010] | 2 comentários
Pelos vistos, Mário Soares e os incondicionais que gravitam à sua volta continuam a gostar de Cavaco Silva. Depois de objectivamente o terem ajudado a eleger, em 2006, tentam a todo o custo mantê-lo em Belém após as eleições presidenciais do próximo ano. Continuação

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O que chama a atenção é o desdobramento das declarações dos dois mais altos magistrados nas respectivas magistraturas
[Domingos Lopes, Público.pt, 28-02-2010] | 0 comentários
À medida que o tempo vai escorrendo neste nosso país despertado mediaticamente pela Face Oculta, o que era oculto vem à luz do dia, sob a forma de transcrições ao que parece verdadeiras. E abrem-se lutas jurídicas, políticas e mediáticas.Continuação

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Os que sonharam com uma possível reaproximação de Mário Soares a Manuel Alegre há muito perderam essa esperança
[Elísio Estanque, 01-03-2010] | 0 comentários
A candidatura presidencial de Fernando Nobre (FN), apresentada no passado dia 19 de Fevereiro, apareceu para alguns como se contribuísse para dividir as esquerdas e o próprio PS. A aura humanista do dirigente da AMI e a sua experiência de participação em programas de solidariedade e assistência em catástrofes internacionais granjearam-lhe merecida notoriedade. Essa ligação permite-lhe que surja, numa primeira leitura, como um candidato gerado directamente pela "sociedade civil", ou seja, alheio à lógica de funcionamento dos partidos, o que, numa altura em que o cidadão comum desconfia cada vez mais da classe política, pode constituir uma potencial vantagem eleitoral. Continuação

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Alegre sabe que a sua candidatura terá de conquistar segmentos não só da esquerda, mas do centro e até da direita
[Elísio Estanque , Público.pt, 07-02-2010] | 0 comentários
A candidatura presidencial de Manuel Alegre (MA) continua a suscitar controvérsia. Há os que o apoiam, os que o rejeitam, e agora, perante o facto consumado, surgem também os apoiantes "condicionais". O dr. Vital Moreira (VM) é um destes casos. Na sua crónica no PÚBLICO (26/01/2010) afirma que o PS não se pode "render sem condições" a Manuel Alegre, e que só mediante "um compromisso" tal candidatura pode obter "convictamente" o apoio dos socialistas. Na verdade o que VM pretende é que o PS "controle" MA, ou seja, se não se consegue impedi-lo, então que se lhe imponham condições. Continuação

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[Maria Amélia Campos, MIC, 05-02-2010] | 0 comentários
Todos os dias, a imprensa refere casos de corrupção e desorganização das forças vivas do País. Caem na tigela dos cereais, ao pequeno - almoço, caem na bica da manhã, na sandes que se come ao balcão da pastelaria, e no prego que se rumina ao jantar.Continuação

[Moura e Sá, 04-02-2010] | 0 comentários
Estamos a um ano das eleições presidenciais, podendo por isso dizer-se que a apresentação da candidatura foi um pouco prematura. Mas a mesma não condiciona a posição de qualquer cidadão, muito menos de um grande partido como o PS, nem se deixa aprisionar nos limites de qualquer partido. É um acto decidido por Manuel Alegre que agora verá uma corrente crescente de apoios e, tal como a água de um rio caudaloso, se tornará invencível. Continuação

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[João Rodrigues, Jornal i, 01-02-2010] | 0 comentários
Manuel Alegre anunciou a disponibilidade para uma candidatura à Presidência da República com um discurso à altura das circunstâncias. Nele referiu os principais problemas do país, que eu resumiria numa palavra: medo. Não um vago medo de viver, de que nos fala o filósofo José Gil, mas sim um concreto e situado medo de não ter condições para viver decentemente: desemprego, precariedade e erosão dos serviços públicos como resultado da crise estrutural de um modelo de desenvolvimento que foi precisamente iniciado pela economia política do cavaquismo. Continuação

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Manuel Alegre é um candidato no qual até Vital Moreira, apesar da sua análise algo enviesada, poderá vir a votar.
[Nuno David, manuelealegre.com, 01-02-2010] | 0 comentários
Num recente artigo de opinião no PÚBLICO, Vital Moreira expressa as suas preocupações com o xadrez político das presidenciais, designadamente a capacidade que os candidatos terão para atrair votos ao "centro". Considerando que foi um dos principais responsáveis pela derrota do PS nas eleições europeias, a análise de Vital merece alguns reparos. Continuação

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[Ricardo Castanheira, Diário das Beiras, 28-01-2010] | 0 comentários
A candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República era, há muito, uma inevitabilidade. Diria mais, desde o dia em que alcançou um resultado notável – face a todas as circunstâncias – e na sequência do crescente afastamento de Alegre do Partido Socialista (leia-se Sócrates) que estava “escrito nas estrelas” este desígnio do poeta.Continuação

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[João Silva, 27-01-2010] | 0 comentários
Na sua habitual coluna de opinião no Público Vital Moreira volta – adoptando a grafia do Novo Acordo Orográfico – a Manuel Alegre e à sua candidatura presidencial. Fá-lo com a autoridade de alguém que não sendo do PS faz uma interpretação autêntica da sua linha político-ideológica e uma defesa da sua modernização social-democrata. Uma linha de desvitalização do PS enquanto partido de esquerda.Continuação

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O mesmo homem que, enquanto Primeiro Ministro, concedeu pensões a dois ex-PIDES ao mesmo tempo que recusava uma pensão à viúva e aos filhos de Salgueiro Maia.
[José Niza, O Ribatejo, 25-01-2010] | 0 comentários
O mesmo homem que, enquanto Chefe do Governo de Portugal, se recusou a participar na homenagem nacional a Salgueiro Maia que se realizou em Santarém no dia 25 de Abril de 1994 e que contou com a presença de todas as mais ilustres e relevantes personalidades do Estado à excepção dele próprio, e do Presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim.Continuação

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O PS terá de avaliar se quer ficar com a responsabilidade histórica de não contribuir para a eleição de um PR de esquerda
[São José Almeida, Publico.pt, 23-01-2010] | 0 comentários
A nova candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República poderá vir a ter mais sucesso do que a de há cinco anos, se reunir as condições ideais. Entre estas condições encontra-se, como é evidente, o apoio do PS. Mas assim como o sucesso da candidatura de Alegre depende do apoio do PS, surge como evidente que é incontornável os socialistas, desta vez, apoiarem oficialmente Manuel Alegre. Sob pena de ficarem com a responsabilidade histórica de, mais uma vez, não terem contribuído para a eleição de um Presidente de esquerda.Continuação

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Manuel Alegre
[FERNANDO MADAÍL, DN, 23-01-2010] | 0 comentários
O primeiro candidato a apresentar-se à próxima corrida ao palácio de Belém foi revelando a sua biografia ao longo da sua vasta obra de poesia, de prosa e de crónicas.

Poeta-político com "biografia a mais", como certa vez, em jeito de provocação, referiu numa entrevista, Manuel Alegre foi descrevendo em versos e prosa, nos discursos e crónicas a sua própria vida, as assumidas influências, os seus prazeres - afinal, num registo considerado politicamente pouco correcto, o primeiro candidato presidencial na corrida de 2011 ao Palácio de Belém sempre apreciou as guitarras do fado, a caça às perdizes, a pesca ao robalo, as touradas e o futebol.
Continuação

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[António Vilhena, 21-01-2010] | 0 comentários
Não se pode agradar a gregos e a troianos. Na vida há sempre quem goste e o seu contrário. Mas a inveja continua a ser o pior dos males da humanidade. No caso de Alegre, os que não gostam dele - e não me refiro aos adversários políticos de direita -, são muitas vezes as figuras de segunda linha, personagens sem voz e sem luz próprias que arremessam pedras para disfarçarem a má consciência da sua própria morte sem memória futura. Eu compreendo alguns desabafos, mas também sei que o azedume de alguns camaradas do meu partido (PS) é tudo, menos tolerante. Que cada um assuma as suas responsabilidades. Continuação

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Passados quatro anos, Manuel Alegre pode continuar a reclamar o resultado que obteve em 22 de Janeiro de 2006
[17-01-2010] | 1 comentário
Na entrevista que concedeu à edição de 24 de Dezembro do semanário Sol, Vital Moreira juntou-se a Correia de Campos e José Lello para desfazer na potencial [e agora anunciada] candidatura de Manuel Alegre à presidência da República. De José Lello já se conhecia a sua costela militante contra esta eventualidade; Correia de Campos também já deu a conhecer qual era o seu azedume. Por estes lados, portanto, tudo como dantes. As suas trajectórias políticas explicam exemplarmente o receio que vêm demonstrando da candidatura de Manuel Alegre. E, no entanto, sempre que estiveram em cargos governativos estes destacados socialistas bem se esforçaram, e conseguiram, desprestigiar o seu partido. Ao ponto de num dos casos ter de ser a rua a indicar-lhe a porta que dá acesso à João Crisóstomo.Continuação

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Jaime Gama
[Elísio Estanque , BoaSociedade, 14-01-2010] | 0 comentários
Como se sabe, as eleições presidenciais de 2006 provocaram o divórcio entre Mário Soares e Manuel Alegre, depois de uma longa história de amizade e companheirismo no seio do PS. Porventura, foi mais do que um divórcio (porque alguns são amigáveis), talvez um litígio insolúvel, que é o que muitas vezes acontece quando as lealdades fortes se quebram, dando lugar a rivalidades irreconciliáveis, com sabor a traição... Desconheço se existem outros motivos de ordem pessoal, mas não duvido – nem eu nem o país inteiro – que foi, primeiro, a ousadia de Alegre e, segundo, o resultado por ele obtido que Mário Soares nunca conseguiu digerir.Continuação

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Negociações com o Ministério da Educação:
[Maria do Rosário Gama, 11-01-2010] | 2 comentários
Terminou em 2009 um “ciclo avaliativo de Professores”, período de grandes atropelos, injustiças, oportunismos e conflitos insanáveis. A renovação da equipa ministerial e a “abertura” demonstrada no início das negociações fizeram alimentar expectativas que, verifico agora se transformaram em frustrações.Continuação

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Presidenciais 2011
[Elísio Estanque , boasociedade.blogspot.com, 05-01-2010] | 0 comentários
Respondendo ao desafio lançado no twitter por João Pedro Moreira Freire e, por exemplo, pelo blogue "Tribuna Socialista" para dinamizar o debate sobre a próxima campanha presidencial, avanço com mais uma curta nota pessoal. Por mim sou inteiramente a favor desse debate, bem como do esforço de convergência entre as esquerdas (que vai, aliás, além do cenário das presidenciais). Continuação

Estudo
[José António Cardoso, 02-01-2010] | 0 comentários
Esta crise apresenta-se com uma dimensão de tal modo original, que tem deitado por terra a generalidade das explicações, quer no ponto de vista da interpretação quer no entendimento dos seus efeitos. Só agora se começa a observar algum acerto, surgindo as primeiras teses sustentadas a partir de olhares mais cuidados. Continuação

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Prefácio do livro "Ideias para grandes decisões"
[manuelalegre.com, 28-11-2009] | 0 comentários
1. Há cerca de um ano, graças a uma equipa coordenada por Nuno David, a Corrente de Opinião Socialista publicou quatro números da revista electrónica "ops!". Fê-lo sem os meios de que dispõem os partidos políticos e outras instituições ou até mesmo fundações. Fê-lo, também, sem sectarismo nem dogmatismo, abrindo a revista à participação de pessoas de diferentes quadrantes e sensibilidades. Com uma preocupação comum: debater alguns dos grandes temas actuais e procurar trazer a público contributos qualificados, tendo sempre presente o velho lema de Antero de que não é possível viver sem ideias e a convicção de que é preciso encontrar políticas alternativas às receitas do pensamento único.
Continuação

Militar civilista e intelectual fardado, como alguém o apelidou, irradiava uma contida serenidade
[Joaquim Sarmento, Público.pt, 23-11-2009] | 0 comentários
Falar de Melo Antunes é falar da revolução de Abril, é falar da Democracia, é falar de um homem culto que compreendeu o seu tempo, ajudando a romper os diques do imobilismo que lhe estancavam a rota do futuro, mas cuidando sempre da preservação da democracia, que alguns "progressistas" de então consideravam uma aresta a perturbar a galopada inexorável para o socialismo.Continuação

[Armando Fernandes, O Ribatejo, 17-11-2009] | 2 comentários
O “tipo” chama-se Manuel Alegre. Assim o designou o inefável Correia de Campos, antigo colheiteiro de assobios e protestos em consequência da sua portentosa actuação como ministro. Actualmente usufrui réditos de uma opulenta sinecura em Bruxelas. Continuação

[Helena Matos , Público.pt, 12-11-2009] | 0 comentários
Em 2009 estamos aqui sozinhos e adultos num país que empobrece e que se confronta com uma grave crise moral"Como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos" - Foi assim que Salgueiro Maia explicou aos seus homens a razão do golpe militar que ia ter lugar naquela madrugada de Abril de 1974. Os militares não costumam ser muito eloquentes e alguns, como acontecia com Salgueiro Maia, usam as palavras com tal parcimónia que transformam o laconismo numa espécie de recurso estilístico. Donde, neste ano de 2009, por mais voltas que dê não vejo nada mais adequado para definir Portugal do que aquele "estado a que chegámos" dito por Salgueiro Maia, há 35 anos, na Escola Prática de Cavalaria, em Santarém. Continuação

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Não temos Ministério da Educação, mas um ministério que coloca os seus funcionários
[Helena Matos, Público.pt, 17-09-2009] | 2 comentários
Um dos melhores retratos da educação em Portugal é aquele que foi traçado nos recentes debates entre os líderes partidários. Os candidatos falaram sobre avaliação de professores, mas não sobre o ensino. Na verdade, em Portugal há muito que a educação se resume a uma questão laboral. Não temos propriamente Ministério da Educação, mas sim um ministério que coloca e gere as carreiras dos seus funcionários. E o próprio destino dos ministros da Educação é ditado não pelo que faz pela qualidade do ensino, mas sim sobre a relação que estabelece com os sindicatos do sector.Continuação

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O SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE:
Manuel Alegre não esteve presente por motivo de saúde, tendo esta mensagem sido lida pela sua irmã, Teresa Alegre Portugal
[Manuel Alegre, 10-09-2009] | 0 comentários
O livro de António Arnaut não precisa de apresentação. Nasceu no artigo 64º da Constituição, está escrito na Lei que instituiu o Serviço Nacional de Saúde (SNS), está escrito na vida e sobretudo está escrito e inscrito no coração do povo português. O que o livro nos conta é a história da medida socialmente mais avançada da Democracia Portuguesa. Da tenacidade que foi necessária para vencer receios, resistências e armadilhas que tentaram impedir a sua concretização. E da luta que tem sido preciso travar para defender e preservar o SNS dos inimigos que nunca desistiram de o subverter, privatizar ou reduzir à expressão mais simples: sistema público para os pobres, sistema privado para os ricos.Continuação

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Entrevista a Luís Campos e Cunha
Impiedoso, Luís Campos e Cunha lança críticas ao governo de Sócrates, do qual fez parte, e à líder do PSD. Momentos "de alguma angústia"
[por Bruno Faria Lopes e Sílvia de Oliveira, Jornal I, 11-08-2009] | 1 comentário
Luís Campos e Cunha, o ministro das Finanças com o mandato mais curto nos governos eleitos desde 1974, recebeu o i no seu gabinete na Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa. Ao longo de uma hora e meia de entrevista, o economista e ex-ministro de José Sócrates sublinhou o seu desânimo face à situação política e económica portuguesa, fazendo um julgamento impiedoso do governo a que já pertenceu, assim como da oposição. A moral da história, segundo Campos e Cunha, alinha na opinião cada vez mais ventilada no país: das próximas eleições legislativas dificilmente sairá uma alternativa política viável. Continuação

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TO ANGOLA 71/72. MUCABA:COMANDANTE DA COMPANHIA: CONTACTO COM A MORTE. (1)
[Andrade da Silva, 10-08-2009] | 18 comentários
O- Bolinha Vermelha

“Meu Deus!

Espanta-se Felícia Cabrita na sua obra “ Massacres em África”, em que os massacres são afirmados por soldados, talvez com stresse pós traumático ( PTSD) e negados pelos respectivos comandantes, que um alferes miliciano com 23 anos possa ter comandado, na guerra, 30 militares com pouco menos anos que eles.
Continuação

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[João Silva, Diário de Coimbra, 31-07-2009] | 0 comentários
Manuel Alegre despediu-se, no passado dia 23, da actividade parlamentar, depois de 34 anos em que se assumiu, sempre, como homem de Coimbra e foi em sucessivos mandatos Deputado do PS por Coimbra.Continuação

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[Manuel Alegre, Expresso.pt, 12-07-2009] | 1 comentário
O histórico quer mudança de estilo, de políticas e de pessoas. E deixa um sério aviso ao PS: só "um sobressalto" evitará o pior. Leia na íntegra o artigo de opinião de Manuel Alegre, publicado hoje na edição impressa do Expresso. Continuação

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TO ANGOLA 71/72 - VIAGENS(2): NÁUFRAGOS E OUTROS
[Andrade da Silva, 09-07-2009] | 0 comentários
" RECORDO OS MEUS GRANDES E BONS CAMARADAS E COMPANHEIROS DE SEMPRE. QUE A AMIZADE SEJA ETERNA !"

Para as viagens fazemos malas e levamos bagagens, nesta outra, de descida às memórias lá vamos sempre ao baú das recordações, buscar qualquer coisa que nos parece importante não deixar ficar por dizer, julgo que devo referir que:Continuação

[São José Almeida, Público.pt, 20-06-2009] | 0 comentários
Após a derrota eleitoral nas europeias, a direcção do PS reuniu-se para analisar os resultados. E num encontro em que finalmente vários intervenientes falaram em tom crítico e que não ficou reduzido a uma missa ministrada pelo líder, os dirigentes do PS chegaram a uma conclusão extraordinária. Afinal, a derrota eleitoral foi provocada por um problema de imagem do Governo e com alguns ajustamentos à comunicação a coisa resolve-se.Continuação

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ANGOLA (71/72)- VIAGENS (1) - STRESSE DE GUERRA
[Andrade da Silva, 18-06-2009] | 3 comentários
O - bolinha vermelha

Nas viagens, como é hábito, enviamos postais, cá vai um:

Ao ter-me decidido editar algumas memórias de guerra e dos meandros do 25 de Abril, ao nível do alferes/tenente e não dos doutos e consagrados porta-vozes de todos os regimes, estou quase a fazer um novo 25 de Abril, nesta área, porque isto, no mundo dos interditos elitistas em todos os domínios que nos cercam, é uma quase-blasfémia saltar a cerca, mas quem participou no 25 de Abril, não pode temer os crimes de opinião, punidos explicitamente pelo fascismo, e dissimuladamente, e não menos gravemente sancionados pelo actual regime, com a morte civil e profissional e, obviamente, com o gueto.
Continuação

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[Maria Amélia Campos, 11-06-2009] | 12 comentários
Da política da blogosfera à realidade virtualizada, representada por cálculos, percentagens, gráficos em barras ou circulares, sinais de menos e de mais que expressam uma babel discursiva ao serviço do melhor arranjo gráfico e da frase mais sonante, fica-nos um gesto que traduz pouco mais que um desabafo de café, um estado de alma e frustrações expressos numa cruz, sinal gráfico a representar um compromisso, que nos deve fazer pensar.Continuação

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O - bolinha vermelha
[Andrade da Silva, 11-06-2009] | 3 comentários
DEDICO : A todos os oficiais e monitores de educação física que na guerra, ou nas Missões de Paz, ou nos Quartéis dão o seu melhor pela defesa do bem estar físico dos nossos camaradas, e nem sempre são reconhecidos ou defendidos, como deveriam ser.Continuação

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O voto, de arma do povo passou a ser a arma de uma nova casta
[Santana Castilho, Público.pt, 10-06-2009] | 11 comentários
Terminou o primeiro acto eleitoral. Seguem-se mais dois e a questão, agora, é avaliar a hipótese de, com eles, algo mudar num país que se atola num pântano. Mas como poderemos esperar mudança se os protagonistas que se divisam são os mesmos e o que de negativo dizem uns dos outros se poderia aplicar, tudo junto, a cada um deles?Continuação

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[Rui Tavares, Público.pt, 10-06-2009] | 4 comentários
Quem olha para o mapa da Europa que saiu das eleições de domingo passado dificilmente imaginaria que ainda há dez anos, dos quinze países que a UE então tinha, quatorze eram governados por partidos socialistas e afins. Esses partidos de centro-esquerda foram os principais castigados das eleições. Ninguém de esquerda pode ir para o Parlamento Europeu de ânimo leve: o que nos espera é uma oposição dura, duríssima, numa União Europeia cada vez mais conservadora e perante uma crise que vai ser longa e pesada.Continuação

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[Mário Crespo, JN, 08-06-2009] | 2 comentários
Façamos de conta que e o que passou no BPN e na SLN não é mesmo uma enorme "roubalheira". Façamos de conta que há outro termo para descrever correctamente o saque de dois mil milhões de dinheiro dos portugueses.Continuação

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Sexta-feira, 29 de Maio de 2009
O - bolinha vermelha
[Andrade da Silva, 08-06-2009] | 1 comentário
Angola, 12 Janeiro 72
Levantei-me pelas 9h e até às 11h falei com o Alf Galante ( estava a fazer o estágio para capitão).Às 11 fui até ao gabinete do capitão Renato, comandante da companhia do Cavungo. Foi-me apresentado o esquema a seguir nos interrogatórios à população que se apresentava, baseado exclusivamente em perguntas e repostas, sem a menor insinuação explicita ou implícita a qualquer técnica de coacção física ou de chantagem psicológica ou outra.
Continuação

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[Manuel Alegre, DN, 04-06-2009] | 11 comentários
As velhas nações europeias, grandes e pequenas, pesam cada vez menos individualmente, fora do projecto comum que é a construção da Europa. O que vale, por exemplo, uma França sem a UE? A União garante a todos – grandes e pequenos parceiros – um efeito multiplicador na capacidade de influência. Não temos outra alternativa senão unir-nos perante a globalização desregulada. Continuação

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Sábado, 23 de Maio de 2009
O- Bolinha Vermelha
[Andrade da Silva, 02-06-2009] | 3 comentários
Dedico e conto esta pequena história aos civis que nunca foram militares, e aos civis que um dia o foram e aos meus caros camaradas.

Recordo a memória do Brigadeiro Themudo Vera que tendo sido mandado pelo Governo de Salazar para verificar se havia escravidão nas roças se São Tomé e Príncipe, depois de ter escrito à mulher que aquilo por lá era uma podridão, embarcará de regresso a Lisboa, mas nunca cá chegará, para uns foi suicídio, para outros homicídio, mas para todo o sempre o silêncio.

Continuação

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Terça-feira, 19 de Maio de 2009
O - bolinha vermelha
[Andrade da Silva, 30-05-2009] | 1 comentário
UM FIM DE TIROCÍNIO TUMULTUOSO

O meu curso de artilharia recusou-se nos idos de 1970, a fazer um conjunto de provas desportivas no final do tirocínio, por quebra de promessas pelo Comando da Escola Prática de Artilharia. Fomos ameaçados, mas não fizemos as provas. Eu era o chefe de curso destes “heróis” ( E há para aí uns historiadores militares a dizer que o pessoal só tinha a consciência da dor física e da canhota – a querida G3).
Continuação

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A vida tem de ter lugar para o lazer e não só para o trabalho: permitir a vida familiar, a amizade, a prática das artes
[Joaquim Jorge, Público.pt, 29-05-2009] | 1 comentário
Quantas pessoas vão cada dia trabalhar sentindo que o que fazem não tem sentido, não vale a pena, não é reconhecido ou não é reconhecido como deveria ser? As pessoas não se sentem realizadas. Centenas ou milhares? As pessoas estão despidas interiormente, a infelicidade laboral que nos leva a pensar que o trabalho é uma prisão, em que passam a maior parte do tempo a olhar para o relógio, o que fazem carece de sentido. Continuação

Povo-MFA
Sexta-feira, 15 de Maio de 2009
[Andrade da Silva, 27-05-2009] | 1 comentário
Nota Prévia:
Pretendia publicar os meus apontamentos da guerra, escritos em 71/72, em Angola, no blogue Avenida da Liberdade, da Associação 25 de Abril, mas o vírus da liberdade calou aquele blogue, num belo dia de verão e de boa memória para Lisboa, 13 de Junho de 2008, assim se fazem as coisas e, por isso, retomo, agora, o projecto neste blogue para o levar até ao fim, num tempo que muitos falam do hoje para o ontem, mas poucos do ontem para o hoje. Vou fazer este caminho, talvez dê um contributo para que uns e alguns outros compreendam que a natureza humana sendo una tem cambiantes, quiçá não genéticas, mas morais.
Continuação

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A maior taxa de desemprego de sempre, uma dívida externa como nunca se viu e um défice nunca antes atingido
[Santana Castilho, Público.pt, 27-05-2009] | 11 comentários
Senhor primeiro-ministro:
Como sabe, uma carta aberta é uma figura retórica. Usamo-la para dizer publicamente coisas que reputamos de interesse geral e para as quais queremos mobilizar os outros. É este o meu fito. Claro. Dispensando mantos negros de campanhas da mesma cor. A assinatura vai no fim. Responsabiliza e o senhor sabe quem se lhe dirige.
Continuação

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[Andrade da Silva, 25-05-2009] | 11 comentários
Diz a arquitecta Helena Roseta que a decisão do cidadão Manuel Alegre de ficar no PS, deixa todas as pontes abertas para negociações à esquerda, podia ter dito portas, só que todas as portas abertas podia gerar tempestade, logo, semanticamente, pontes é coisa mais sólida.Continuação

[Helder Pinheiro, 22-05-2009] | 1 comentário
- Afinal, ‘neste país / onde se morre de coração inacabado /…*’,

a Dignidade ainda tem rosto : Manuel Alegre. -

Quando, lá pelos idos 1965 / 66, li pela primeira vez em folhas policopiadas (como então se dizia) poemas de Manuel Alegre, da “Praça da Canção”, logo senti que estava a “conhecer” um Homem do futuro. Só conseguiria, a muito custo, a segunda edição da “Praça …”, de 1967, e, desde então, tenho confirmado aquela primeira impressão ao longo de toda a vida. Naquele tempo era um sentimento que não sabia explicar muito bem, melhor dizendo - não sabia como demonstrar. Mas a Vida, essa críptica arte do Tempo, encarregar-se-ia de me ir facultando elementos para tal demonstração.
Continuação

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Carta ao Director do Público
[Helena Roseta, Público.pt, 19-05-2009] | 16 comentários
Em editorial publicado no dia 16, comentando a decisão de Manuel Alegre de não sair do PS, não criar um novo partido para as próximas legislativas e não ser candidato a deputado, o jornalista Manuel Carvalho acusou Manuel Alegre de "com este movimento táctico" se transformar "no líder de uma facção".Continuação

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[Andrade da Silva , 16-05-2009] | 8 comentários
O que é muito grave, na actual encruzilhada da história de Portugal, é que anda toda a gente a falar que Portugal é um país com lodo, muito lodo, todavia quando chega a hora de limpar o lodo e colocar algas para que o pântano passe a oceano, é ver toda a discussão formal sobre isto e aquilo, e um dado recuo para as zonas de conforto, o que é uma atitude básica da psicologia humana, só superável pela força dos princípios morais e das convicções.Continuação

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[Pedro Paulo Machado Alves Mendes, 12-05-2009] | 3 comentários
Entendemos a destruição do Hospital Pediátrico de Lisboa como um acto contra a civilização, porque é parte das ideias nobres concretizadas que são os jardins que nos resguardam dos activos tóxicos envolventes. São a semente e capital de esperança para outras conjunturas não obscurecidas pela ideologia, que agora subiu ao palco, que acredita que a fé no lucro e interesse pessoal são o motor da alma. Continuação

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Um governo de tipo esquerda plural estimularia a clareza das alternativas que são presentes ao eleitorado
[Abdré Freire, Público.pt, 11-05-2009] | 13 comentários
Muito se tem discutido a reedição do Bloco Central (BC): uma coligação de governo (ou um acordo parlamentar) entre PS e PSD, caso o vencedor das próximas legislativas não tenha maioria absoluta. Várias tomadas de posição apontaram neste sentido. Primeiro, o Presidente, ao referir, no seu discurso do 25 de Abril, a necessidade de (todos) os partidos cooperarem... Continuação

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Sábado, 9 de Maio de 2009
[Andrade da Silva, 09-05-2009] | 3 comentários
Num dia qualquer, numa parte qualquer do Mundo, um ser humano nasce, e nascer, devia ser sempre um acto da máxima felicidade.

Nasci há muitos anos no Hospital do Monte, freguesia do concelho do Funchal, Terra verde e de flores, alta e arejada, com uma bela vista sobre a beleza imensa do Funchal. Estava um dia de Sol.
Continuação

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[Andrade da Silva, 09-05-2009] | 2 comentários
Há corrupção, imensa corrupção. É uma mancha que atravessa transversalmente a sociedade portuguesa e, por isso, fazemos ruído.
Dizemos que os vencimentos dos gestores de mais de um milhão de euros/ano, ou seja, quase dois séculos de vencimentos de um trabalhador com o salário mínimo – em termos da fundação da República, esse trabalhador teria nascido em 1910 e só em 2100 teria conseguido ganhar tantos euros – será também mais de três décadas dos vencimentos de um coronel do Exército, são uma imoralidade, e vai daí, fazemos ruído.
Continuação

[Pedro Guina, 05-05-2009] | 1 comentário
O fim de semana de 26 e Abril Santa Comba Dão esteve em polvorosa, sendo noticiada todos os dias nas televisões e jornais, só que, pelos piores motivos.
Com efeito, o executivo camarário teve o mau gosto de agendar a inauguração da requalificação urbanística do Largo Dr. Salazar para o dia 25 de Abril, precisamente o dia em que se comemora a liberdade o fim de uma das mais longas ditaduras da Europa, marcada pela perseguição, censura, tortura e morte, das quais se destacou a do General Humberto Delgado.
Continuação

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Lello sobre Alegre:
Mais uma provocação do Senhor Lello
[Eduardo Milheiro, MIC, 05-05-2009] | 9 comentários
José Lello, um dos homens de confiança do Senhor Engenheiro, não perde uma oportunidade de ser incorrecto e de descarregar a sua bílis contra o Vice-Presidente da Assembleia da Republica Manuel Alegre, ou então fala fora de tempo, o que um politico com as suas responsabilidades não pode nem deve fazer, podendo até por atitudes destas cair no ridículo.Continuação

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um breve comentário para o caso português
[Alexandre Azevedo Pinto, Diário Regional de Viseu, 05-05-2009] | 3 comentários
A gravidade e profundidade da Crise Económica Internacional é, de facto, muito grande. A Europa e Portugal encontram-se, hoje, numa Recessão muito profunda e continuarão a sofrer, muitíssimo com ela, quer ao longo de todo este ano, quer do próximo. Na minha opinião Portugal sofrerá mais do que a média dos Países da Zona Euro e também será dos últimos países a sair das dificuldades em que se encontra.
Continuação

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[Maria Amélia Campos, MIC, 05-05-2009] | 0 comentários
A defesa e a promoção do pluralismo dos meios de comunicação, enquanto pilar essencial do direito à informação e da liberdade de expressão, consagrados no artigo 11.º da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia, constituem princípios fundamentais para a preservação da democracia.Continuação

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LIBERDADE!...LIBERDADE!....LIBERDADE!....
[Andrade da Silva, 04-05-2009] | 3 comentários
Nunca a violência gratuita pode em qualquer circunstância ser uma forma justa de criticar, censurar, ou alterar o que está errado. É inaceitável e inqualificável.
A crítica deve ser justa, fundamentada e ter por objecto actos concretos que à luz da moral, do direito, do comportamento leal e honesto mereçam reparo.
Continuação

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[Maria do Rosário Gama, 01-05-2009] | 9 comentários
Só quem não está na Escolas e acompanha o seu dia a dia é que pode acreditar neste “abaixamento extraordinário” das faltas dos alunos. Perguntar-se-á: não é verdade que as faltas baixaram 22,5% relativamente ao ano passado? Resposta: Meia verdade: baixaram os registos das faltas, não baixaram as faltas.Continuação

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35 anos de democracia
[Elísio Estanque, boasociedade.blogspot.com, 27-04-2009] | 2 comentários
Não adianta bater mais no ceguinho. 35 anos depois, o espírito de Abril parece definhar, é verdade. Naquele tempo era o sonho, hoje é a realidade (!?). Contudo, importa recordar que os determinismos morreram, mas as possibilidades históricas são variadíssimas.Continuação

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[Andrade da Silva, 26-04-2009] | 1 comentário
A entrevista do Sr. Primeiro ministro foi muito centrada nos recados do Sr. Presidente da República, para dar a sua interpretação de que tudo aquilo se dirigia para outrem que não para o governo, porque tudo, o que o Sr. Presidente a República sugeriu, está o governo a fazer e bem, mas mais delicioso é que o Sr. Ministro Santos Silva descobriu a preciosidade política de que a palavra do Sr. Presidente, no exercício da sua magistratura de influência, é para toda a Nação.Continuação

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[Manuel Alegre, 30-04-2009] | 4 comentários
A revolução do 25 de Abril que celebramos é a revolução democrática, a revolução dos três “dês” do Programa do MFA: democratizar, descolonizar, desenvolver. Nessa perspectiva histórica, a revolução do 25 de Abril não é uma revolução perdida, é uma revolução vitoriosa.Continuação

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O Mundo é composto de mudança, mas tanta e tão rápida confunde.
[Andrade da Silva, 19-04-2009] | 2 comentários
Quem poderia supor que o Sr. Presidente da República pudesse, de algum modo, fazer um diagnóstico tão preciso, igual, mesmo igual, que é muito mais que idêntico, ao que outros e também, modestamente, eu, andamos a fazer, no deserto, há mais de um ano? ( Da minha parte desde pelo menos Janeiro 2008 no calado blogue Avenida da Liberdade da Associação 25 de Abril, por causa exactamente desses e de outros temas tratados sem peias)Continuação

[Elísio Estanque, 18-04-2009] | 4 comentários
Um vasto conjunto de cidadãos e personalidades de diversos meios, ligados à cidade de Lisboa e preocupados com o risco de uma vitória da direita nas eleições autárquicas apelam, através de uma petição Online, a uma convergência das esquerdas para uma candidatura unitária. Eis o texto do apelo e o respectivo link para quem queira subscrevê-lo: Continuação

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Ideias pela democracia portuguesa
[Elísio Estanque, Boasociedade.blogspot.com, 17-04-2009] | 3 comentários
Rever os princípios da disciplina de voto dos partidos, estabelecendo as áreas e votações em que ela deve existir, mas dando mais liberdade aos deputados para votar segundo a sua consciência. Alterar o sistema eleitoral introduzindo um sistema misto que inclua eleição nominal de deputados. Fiscalizar e punir quaisquer pressões que ponham em causa a independência da comunicação social e a liberdade de imprensa.Continuação

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Os sacerdotes dos resultados a 725 euros de salário têm-se apossado de tudo o que reflecte e questiona
[Santana Castilho, Público.pt, 15-04-2009] | 2 comentários
Não fora tão curta a memória colectiva e ligeiro o modo como se passa pela vida e teríamos os portugueses, no mínimo, perplexos com o que lhes é dado observar. Depois de um ano ocupados com a discussão da avaliação do desempenho, que afastou a Escola da sua missão primeira - ensinar -, os factos mostram que a maioria dos professores aceitou hoje o que ontem havia rejeitado, de modo assaz peremptório. Continuação

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A imposição de tais normas de vestuário, ainda por cima só para mulheres, é serôdia e inaceitável
[Helena Roseta, Público.pt, 14-04-2009] | 6 comentários
Comecei por ter um problema de mangas. Quando era miúda, menina que ousasse ir à missa no Verão com vestido sem mangas era imediatamente admoestada. Tínhamos de andar sempre com um casaco de malha à mão, coisa que até hoje me deixou de mal com semelhante acessório.Continuação

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( Conclusão)
[Andrade da Silva, 09-04-2009] | 6 comentários
Andei por Angola nos idos de 71, primeiro no saliente do Cazombo, depois no Norte de Angola, na zona de Mucaba e Damba. Adorei aquele pôr-do-sol, o calor, a imensa fruta e a sensualidade transbordante das suas gentes brancas e negras.Continuação

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(parte2)
[Andrade da Silva, 08-04-2009] | 3 comentários
No Uganda, como, por certo, em muitos outro países de África, as oposições, guerrilhas armadas, na sua luta contra os governos, os outros senhores da guerra e corruptos, já não conseguem recrutar adultos para os seus intentos, por vezes tão tenebrosos ou mais do que os dos governos que pretendem derrubar, então, para fazerem face ao seu défice de recrutamento raptam, pela calada da noite, crianças.Continuação

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“ Em memória dos lutadores assassinados e de todos os que morrem em guerras ou na emigração criminosa”
(parte1)
[Andrade da Silva, 07-04-2009] | 4 comentários
Os comentadores deste regime, mergulhado em paródias de corrupção, de um modo compulsivo, pastosamente, gordos na sua abastança e senis de tanto lugar comum e piolheira, lá vão debitando que temos de deixar de pensar e proteger África, isto é, deixar de nos preocuparmos com as ditaduras, para que os patrões de tais escribas possam, cada vez mais, enriquecerem, fazendo derramar o sangue dos nossos queridos irmãos africanos.Continuação

Incompetência, Negligência ou Má-fé
[Mário Carvalho, Movimento Cívico pela Linha do Tua, 05-04-2009] | 1 comentário
Exmo. Sr. Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações Exma. Sra. Secretária de Estado dos Transportes
A calamitosa política de transporte seguida para as Vias Estreitas (VE) do
Douro nas últimas três décadas atingiu o ponto de ruptura. A falácia do prejuízo nestas vias-férreas, mesmo tratando-se de um serviço público a manter para bem da solidariedade e coesão social, e malgrado a forma danosa como têm sido administradas, esquece convenientemente os desastres financeiros da Carris e dos Metros do Porto e de Lisboa, averbando respectivamente prejuízos crescentes na ordem dos 18, 150 e 160 milhões de euros, suportados por todos os portugueses, do Litoral ao Interior e Ilhas.
Continuação

[Helena Matos, Público.pt, 02-04-2009] | 8 comentários
O porreirismo de Sócrates, pela natureza do cargo que ocupa, criou um problema moral ao paísNo início, ninguém dá nada por eles. Mas, pouco a pouco, vão conseguindo afirmar o seu espaço. Não se lhes conhece nada de significativo, mas começa a dizer-se deles que são porreiros. Geralmente estes tipos porreiros interessam-se por assuntos também eles porreiros e que dão notícias porreiras.Continuação

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[Andrade daSilva, 01-04-2009] | 15 comentários
Porquê e como andou tão depressa o despacho do Freeport, o que, devendo ser a regra, só se torna nebuloso por ter sido tão rápido, ora, nos cânones da nossa monstruosa burocracia significa geralmente corrupção, compadrio, luvas ou traficância de influências, o que também todos julgam que é a regra desde a selecção para os empregos, à promoção na carreira.Continuação

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[Andrade da Silva , Blogue Cidadania e Liberdade , 24-03-2009] | 0 comentários
Andei por Itália e não vi o Papa, mas mais preocupante que não ver o Papa, é verificar que a crise de que os donos do dinheiro nos falam, é um grande e velhaco embuste. É uma crise parcial e vitíma, e, vai vitimar ainda mais, os mesmos, ou seja, os menos ricos, até nos encostarmos cada vez melhor à Idade Média.Continuação

[Jorge Silva, 24-03-2009] | 13 comentários
" Talvez tenha chegado o derradeiro momento para Alegre perceber que a única saída que lhe resta - e por muito que isso lhe custe - é a de seguir o seu próprio caminho e avançar para um novo espaço de intervenção política de esquerda democrática.Esse será,aliás,por muito paradoxal que pareça,um sobressalto necessário para o PS vir a reencontrar,um dia, a identidade perdida."
( Vicente Jorge Silva,SOL,21/03/09)
Continuação

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[Elísio Estanque, boasociedade.blogspot.com, 20-03-2009] | 2 comentários
Na sondagem da TVI (27/02/2009) surgem diversas indicações curiosas e que merecem atenção. À pergunta sobre se, perante a actual crise, se deve re-editar o Bloco Central (aliança entre PS e PSD) a maioria do eleitorado responde que Não (43,3% contra 41,3% que afirma que sim). Entre o eleitorado PS, 52% respondeu Não contra 33,5% que respondeu Sim. Continuação

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Ladislau Dowbor e a crise:
[Jorge Nascimento Rodrigues, Exame Expresso, 20-03-2009] | 0 comentários
O economista acha que o sistema financeiro mundial está inquinado. A solução é "liberalizá-lo" para livrá-lo dos "atravessadores e dos especuladores" e para que o dinheiro volte a servir a economia real.Continuação

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Desafio à esquerda de Coimbra
Extractos de um artigo em publicação no Diário de Coimbra
[boasociedade.com, Elísio Estanque, 18-03-2009] | 0 comentários
(...) Neste momento, além da crescente corrosão que atravessa os partidos em geral, em Coimbra estamos perante uma imagem de grande descrédito das actuais lideranças do PS, dada a existência de graves suspeitas e processos judiciários envolvendo figuras responsáveis do partido.Continuação

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[Joaquim Jorge, clubedospensadores.blogspot.com, 17-03-2009] | 1 comentário
Manuel Alegre não é um qualquer, tem muita aceitação nos portugueses, é uma espécie de reserva moral.
A sombra de Alegre continua a pairar. Por muito que José Sócrates queira purgar o partido a quem lhe faça sombra dando a ideia de um falso unanimismo, como se vê, não o consegue.
Continuação

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Manda quem pode, obedecem os pobres e os escravos
[Andrade da Silva, 15-03-2009] | 7 comentários
Como dizia Humberto Delgado, somos um país de escravos. Alguns dos 96% que votaram Sócrates dizem que não concordam com ele, mas querem que ganhe por maioria absoluta, o que mudou? Nada!Continuação

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João Cravinho
[Castro Moura, RR, 12-03-2009] | 2 comentários
João Cravinho considera que o grande combate que Manuel Alegre tem pela frente são as Presidenciais e que “Alegre tem de lançar e cultivar” essa “grande convergência de esquerda”.Continuação

[Rui Herbon, 10-03-2009] | 4 comentários
Boa parte das críticas inflamadas que certos opinadores e bloggers (para não falar de camaradas seus do Partido Socialista) dirigem contra Manuel Alegre, resumem-se a isto: indecisão; ou hesitação, se se preferir. Quer dizer, para eles, Manuel Alegre devia estar no PS, calado – a democracia é muito bonita, mas com juizinho –; ou fora do PS, dizendo livremente o que pensa. Mas aí, tais vozes melífluas acusá-lo-iam de traição, de sectarismo.Continuação

CENÁRIOS POLÍTICOS E PLANOS DE CONTINGÊNCIA
[Andrade da silva, 10-03-2009] | 1 comentário
1 – Com a total cegueira do PS e o culto da personalidade do seu secretário geral, se a politica do actual governo for referendada nas eleições com uma maioria absoluta, a tirania, autismo e a imoralidade poderão subir em flecha, isto é, vai continuar-se a pedir grandes sacrifícios à maioria para beneficiar 1 ou 2% de grandes banqueiros e empresários, nomeadamente, as famílias tradicionais, passando a sociedade a ser, provavelmente, ainda mais concentracionária, do ponto de vista económico, comunicacional e mesmo políticoContinuação

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O carácter sem corrosão
[Elísio Estanque, http://boasociedade.blogspot.com/, 10-03-2009] | 2 comentários
Ao afirmar que as posições de Manuel Alegre (MA) em relação ao PS revelam “falta de carácter” José Lello (JL) mostrou uma atitude de desrespeito inadmissível para com uma figura de referência do partido (não apenas em termos históricos mas na actualidade).Continuação

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[Cândido Teixeira, 09-03-2009] | 1 comentário
Parasitas são seres vivos que nascem ou crescem e apresentam uma dependência metabólica de grau variável em relação a seres vivos da mesma ou de outra espécie e que ficam temporária ou permanentemente à superfície ou no interior dos organismos vivos.Continuação

[Pedro Guina, 09-03-2009] | 1 comentário
Confesso que o congresso do PS me enfadou um pouco. Foi um congresso sem ideias, sem debate, e acima de tudo, manifestou que o actual PS se resume a uma mera máquina de alcançar o poder. Segundo, porque Sócrates apareceu como uma Super Star, numa cultura mediática do líder, fazendo lembrar o convidado Hugo Chávez, , atacando a campanha negra levada a cabo pelo Público e por Manuela Moura Guedes no telejornal de sexta-feira.Continuação

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A excelsa dona da DREN enviou para uma escola duas falanges de intimidação, num total de onze agentes
[Santana Castilho, Público.pt, 04-03-2009] | 5 comentários
Penso ter sido Tolstoi que disse ser a liberdade uma consequência, que não um fim, e que não alcançamos a liberdade buscando a liberdade, mas sim a verdade.Continuação

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A estratégia que José Sócrates defende em alternativa à situação presente é o aperfeiçoamento das teses neoliberais
[José Luís Cardoso,, 01-03-2009] | 1 comentário
O Partido Socialista realiza o seu XVI Congresso num momento histórico único. Em 1989, com a queda do Império Soviético e simultaneamente de um modelo de organização do Estado e da Sociedade, ficou o caminho aberto para, à escala global, o capitalismo se impor no pior que tem em si mesmo: o neoliberalismo económico.Continuação

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[Jorge Bateira, http://ladroesdebicicletas.blogspot.com, 28-02-2009] | 3 comentários
O debate sobre a ideia de proibir o despedimento quando há lucros, a decorrer nos comentários a esta posta, suscita uma questão que para mim é central: a gestão pertence exclusivamente aos donos da empresa (ou ao gestor nomeado), sejam eles um pequeno empresário, os accionistas da grande empresa ou mesmo o Estado?
Continuação

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[Andrade da Silva, www.liberdadeecidadania.blogspot.com, 28-02-2009] | 2 comentários
O presidente da câmara de Lisboa, o Sr. António Costa, quanto à governação do PS só vê medidas positivas, como o simplex, a inovação tecnológica, o ensino profissional, a diminuição do abandono escolar, as novas oportunidades, o que considera fundamental face às baixas qualificações dos portugueses etc.Continuação

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AINDA A AVALIAÇÃO...
[Maria do Rosário Gama, Público.pt, 26-02-2009] | 0 comentários
Desde 10 de Janeiro de 2008, data da publicação do Decreto Regulamentar 2/2008 sobre a avaliação de desempenho do pessoal docente, que as “energias” do Ministério da Educação têm sido consumidas, quase na totalidade, na imposição seja a que custo for, do modelo de avaliação de desempenho, contestado desde o início, pela sua inaplicabilidade, como veio a ser reconhecido, e que levou ao modelo simplificado, mais conhecido por “simplex”, publicado no Decreto-Regulamentar 1-A/2009 no dia 5 de Janeiro (passado um ano sobre o primeiro).Continuação

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Pais e Mães ! Amigos das Crianças de Portugal ! Lisboetas !
[Pedro Paulo Machado Alves Mendes, http://campanhapelohde.blogspot.com/, 23-02-2009] | 0 comentários
Não nos iludamos! São só simpáticas na aparência as palavras dos responsáveis, mas o facto é que o Ministério da Saúde, na continuidade da politica do Dr. Correia de Campos, pretende substituir um Hospital para Crianças (o Hospital de D. Estefânia) por um simples Serviço para Crianças num novo Hospital para Adultos (o futuro Hospital de Todos os Santos, em Chelas.) Continuação

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Entre o optimismo e o criticismo
[Elísio Estanque, http://www.boasociedade.blogspot.com/, 23-02-2009] | 5 comentários
Alguns sectores da ala esquerda do PS mostram-se muito optimistas em relação à tentativa do PS de renovar a maioria “reposicionando-se à esquerda”. Veja-se um texto recente de Paulo Pedroso:Continuação

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[Ricardo Costa, Expresso, 16-02-2009] | 2 comentários
Proponho aos leitores um pequeno desafio: tentem passar um dia sem ver ou ouvir o ministro Augusto Santos Silva a dizer mal de alguém ou a defender José Sócrates com uma entrega embaraçosa.Continuação

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[Andrade da Silva, www.liberdadeecidadania.blogspot.com, 14-02-2009] | 3 comentários
Louçã foi à RPT1 falar de sua justiça, dizer que o bloco de esquerda não é um partido em namoro com o PS, porque é contra as politicas do 1ºMinistro, nomeadamente o código de trabalho que procura tirar a quase totalidade dos direitos aos trabalhadores, e que o voto contra de Manuel Alegre a esta lei, é o gene da quase total identificação entre o seu partido e o deputado.Continuação

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artigo de opinião de Mário Crespo
[Mário Crespo, JN, 10-02-2009] | 3 comentários
Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal.Continuação

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[Prof. M. Rocha Carneiro, O Ilhavense , 12-02-2009] | 0 comentários
“Anda tudo parvo”, assim define um amigo a situação que vivemos. Acrescenta “como o Governo”, nisso discordo. O nosso governo tem um projecto e segue com determinação obstinada o seu rumo.Continuação

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Na liberdade de expressão deve existir uma fronteira entre direito e excesso, devendo distinguir-se entre opinião e calúnia.
[Joaquim Jorge, NoticiasdaManhã, 04-02-2009] | 1 comentário
Este caso de Sócrates no Freeport leva-me a pensar que defender a liberdade é defender a verdade, mas por vezes a liberdade de expressão converte-se em delito. Na liberdade de expressão deve existir uma fronteira entre direito e excesso, devendo distinguir-se entre opinião e calúnia.Continuação

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[01-02-2009] | 0 comentários
No fim da edição do FSM na Amazónia, Boaventura Sousa Santos diz que foram os Fóruns Sociais que "anteciparam a crise" que hoje vivemos e não o Fórum de Davos que reúne a elite financeira. O fundador do FSM quer ver o mundo a discutir as ideias e soluções propostas em Belém do Pará e diz que é urgente "reinventar o Estado", orientando-o no rumo da democracia participativa. Continuação

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[Alexandre A. Pinto, MIC, 28-01-2009] | 22 comentários
Defendo a criação de um novo sujeito político em Portugal, chamem-lhe partido na designação ortodoxa, emergindo do espaço sociológico criado a partir das candidaturas pioneiras e emancipadoras de Manuel Alegre à Presidência da República e de Helena Roseta às Eleições Autárquicas Intercalares de Lisboa.Continuação

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Sócrates e Manuel Alegre
[Elísio Estanque , BoaSociedade, 26-01-2009] | 1 comentário

No mar de indefinições em que hoje está mergulhada a política nacional, criaram-se no seio do PS e à sua esquerda diversas expectativas de alianças e rupturas – umas mais improváveis do que outras – entre protagonistas aparentemente desavindos. Nas relações de Sócrates com Manuel Alegre fala-se de negociações e de uma tentativa de “aliança”.
Continuação

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Uma vitória inimaginável do PSD no Parlamento tornou-se numa frustrante derrota
[Joaquim Jorge , notíciasdamanhã, 13-01-2009] | 0 comentários
O PSD, depois da barraca que foi as faltas dos seus deputados não permitirem aprovar a suspensão do processo de avaliação, deveria era estar quietinho e ver onde param as modas, como se costuma dizer. Em abono da verdade não foram só os deputados do PSD, outros de outros partidos faltaram, mas se tivessem estado presentes, pela simples razão de alguns deputados do PS, entre eles, Manuel Alegre, terem votado favoravelmente o projecto – lei, com toda a certeza, teriam conseguido fazer aprovar o decreto-lei e seria uma derrota de grande impacto para toda a política seguida por este Governo na Educação.
Continuação

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[Elísio Estanque , 07-01-2009] | 1 comentário
Da entrevista só vi alguns resumos. Li diversos comentários que me pareceram em geral favoráveis na forma, se bem que não tanto no conteúdo. No Público de hoje afirma-se que o PM passou no teste.Continuação

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Petição On-line
[02-01-2009] | 0 comentários
O anterior abaixo-assinado ao Presidente da Republica Portuguesa, infelizmente não alcançou resultados práticos, conseguiu-se apenas que o espaço actual do H.D. Estefânia continue a pertencer ás criança e não ao circuito da especulação imobiliária, mas mesmo isto são ainda apenas declaraçõesContinuação

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Manuel Alegre escreve sobre Obama
[28-12-2008] | 2 comentários
Em artigo hoje publicado na revista "Domingo" do "Correio da Manhã", Manuel Alegre saúda a vitória de Obama, recordando que "não foi por acaso" que o recém eleito presidente dos EUA "respondeu a quem o acusava de ser apenas retórico: As palavras inspiram."
Continuação

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Excelentíssima Senhora Ministra da Educação
[MIC, 15-12-2008] | 4 comentários
Ao fim de três décadas e meia de docência, as políticas educativas do Governo do meu país levaram-me a pedir a aposentação antecipada e com penalização. Fugi da escola pública de hoje. A escola do facilitismo, da mediocridade, da desautorização dos professores, da desumanização, da irresponsabilidade, das estatísticas, da entrega dos deveres aos professores e dos direitos aos alunos,… Não foi para esta escola que dei tantos anos da minha vida. Nem foi assim que pensei terminar uma longa carreira de que gostei muito.Continuação

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[Alexandre Azevedo Pinto, 15-12-2008] | 6 comentários
Os acontecimentos das últimas semanas mostram bem a influência que o sector bancário tem no país. Do caso BPN ao caso BPP os portugueses começam a perceber uma triste realidade: o governo defende em toda a linha os Grandes Interesses com o propósito de que é o interesse dos pequenos depositantes e a imagem internacional do País que está em causa. Pura demagogia.Continuação

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PS Coimbra
[João Silva, Diário de Coimbra, 26-11-2008] | 1 comentário
Tenho manifestado publicamente e em diversas circunstâncias, as minhas divergências políticas com dirigentes do PS Coimbra, nomeadamente com o líder distrital Victor Baptista, que acaba de ser reeleito para presidir à Federação Distrital.Continuação

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[João Silva, Campeão das Províncias, 21-11-2008] | 1 comentário
Lembro-me, frequentemente, de ter lido algures que se atribui a Freud a ideia de que há três “profissões impossíveis”: educar, curar e governar, porque o sucesso de qualquer destas “profissões” não depende exclusivamente do respectivo “profissional” mas necessita, de forma determinante, da colaboração dos destinatários.Continuação

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[Joaquim Jorge, NoticiasdaManhã, 20-11-2008] | 0 comentários
Manuel Alegre disse, no programa «Discurso Directo» da TSF, que “dificilmente integrará as listas do PS nas eleições legislativas”. E aconselhou Sócrates a ouvir os professores.Continuação

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[Joaquim Jorge, Clube dos Pensadores, 18-11-2008] | 2 comentários
Manuel Alegre disse no programa Discurso Directo que «dificilmente integrará as listas do PS nas eleições legislativas». E aconselhou Sócrates a ouvir os professores. Continuação

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[Joaquim Jorge, clubedospensadores, 16-11-2008] | 2 comentários
Este sábado, mais uma manifestação de professores, com êxito e cobertura noticiosa. Quando foi convocada fiquei com a ideia que poderia não ter sucesso, depois do apoteótico sinal dos 120.000 professores na rua. Continuação

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[Joaquim Jorge, clubedospensadores.blogspot.com, 12-11-2008] | 1 comentário
Esta marcação de Manuel Alegre à Ministra da Educação vai dar em algo . Isso já aconteceu no início do ano com o Ministro da Saúde que se foi embora. Alegre rodeou-se de pessoas que estão no terreno na implementação das medidas avaliativas para os professores e que sabem do que estão a falar.Continuação

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[10-11-2008] | 0 comentários
“A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida”, escreveu Vinicius de Moraes para um samba imortal. Há muito tempo que as esquerdas portuguesas andam desencontradas. As razões da história e do orgulho das diferentes esquerdas são conhecidas. Tal como conhecido é o resultado prático da conjugação das soberbas da esquerda. A auto-suficiência nas razões e na moral de cada uma das esquerdas é a insuficiência de uma alternativa com políticas de esquerda para este país.Continuação

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[A.Xarim, griloescrevente.blogspot.com, 08-11-2008] | 0 comentários
Quando há dias referi aqui que a estratégia de salvamento dos bancos estava a ser encarada pelos respectivos banqueiros como uma excelente oportunidade para rapidamente retomarem as práticas especulativas que conduziram os mercados financeiros à situação que atravessam, não pensava encontrar tão rapidamente um exemplo nacional do que dissera, mas eis que lendo esta notícia do DIÁRIO ECONÓMICO, não fica qualquer dúvida que continuamos sem nada ter aprendido com o que está a acontecer.Continuação

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[A. Xarim, griloescrevente.blogspot.com, 06-11-2008] | 0 comentários
Talvez, para os menos atentos, o anúncio ontem feito pelo ministro Teixeira dos Santos da decisão de nacionalização do BPN possa ser entendido como mais uma intervenção pública no sentido de minimizar os efeitos da crise que alastra pelo sistema financeiro mundial, tanto mais que nos jornais onde se lê aquele também se pode ler que o governo de Angela Merkel decidiu injectar 8,2 mil milhões de euros no Commerzbank (o segundo maior banco alemão)[1], porém a realidade não poderia ser mais enganadora.Continuação

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[Joaquim Jorge, 24 Horas, 05-11-2008] | 0 comentários
É necessário oferecer outra maneira de fazer política, acabar com este modelo clássico e sobranceiro, defende neste artigo o fundador do Clube dos Pensadores, disponível no blogueclubedospensadores.blogspot.com, e que ainda há pouco se desfiliou do Partido SocialistaContinuação

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[Manuel Alegre, DN, 28-10-2008] | 30 comentários
Segundo o general de Gaulle, comete-se por vezes o erro de ter razão antes de tempo. Na moção "Falar é preciso", apresentada ao Congresso do PS em 1999, cometi esse erro:Continuação

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[A. Xarim, griloescrevente.blogspot.com, 08-10-2008] | 0 comentários
No tradicional discurso do 5 de Outubro e para comemorar a implantação da República, o presidente português aproveitou a oportunidade para traçar um quadro da situação económica nacional – opção perfeitamente natural quando se avizinha a discussão de mais um Orçamento Geral do Estado e a nível internacional e comunitário se vive um cenário de crise instalada – e, como seria de esperar, face à realidade que todos conhecemos mas, principalmente devido ao avizinhar de um ciclo eleitoral e à óbvia divergência política entre este e o governo, o quadro é quase o oposto do que o governo de José Sócrates nos apresenta regularmente.Continuação

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[Jaime Eusébio, arqto, MIC, 30-09-2008] | 0 comentários
Quem visita e calcorreia este país do norte ao sul, mas sobretudo o interior norte e centro percebe a urgência de levar a cabo o projecto de o reflorestar, com sabedoria.Continuação

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[Hugo Gonçalo Louret Pires, MIC, 29-09-2008] | 1 comentário
Tem sido com crescente preocupação que o mundo vem a assistir ao eclodir da chamada crise financeira nos Estados Unidos, pois é algo que irá afectar as relações económicas no resto do planeta, não se prevendo tempos de prosperidade, mas sim de recessão, havendo já quem compare a situação com o que se viveu nos anos trinta do século XX, no contexto da denominada “grande depressão", que só foi superada com um renovado papel do Estado como entidade reguladora activa das relações económicas, sob pena do sistema capitalista não sobreviver à grave crise que por então passou, com todas as consequências que isso traria, tanto a nível social como a nível político.Continuação

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O importante não é o poder pelo poder, mas sim chegar-se a uma maioria social com políticas sociais.
[Joaquim Jorge, Revista Perspectiva, 27-09-2008] | 2 comentários
José Sócrates durante estes quatro anos foi anulando um a um os seus adversários e os incómodos: João Soares ex-candidato a Sintra, é presidente da Assembleia Parlamentar da OSCE; Mário Soares deu-lhe um presente envenenado, candidato a Presidente da República; João Cravinho despachou-o para administrador do European Bank for Reconstruction and Development; António Costa para Lisboa, Manuel Maria Carrilho para a UNESCO; Victor Ramalho para o INATEL, etc.. Ou os mantém ocupados ou longe da sua vista. António José Seguro está em stand-by mas, pelo que me parece, auto-marginalizou-se. Continuação

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Ninguém de boa-fé negará que vivemos tempos crescentemente complicados
[A.Xarim, http://griloescrevente.blogspot.com, 26-09-2008] | 0 comentários
Depois da queda do Muro de Berlim, em 1989, e do concomitante anúncio do fim da história[1], ampliado por um grupo de fanáticos crentes no “american way of life” e no absolutismo de um liberalismo económico levado ao absurdo, o Mundo assistiu ao 11 de Setembro de 2001 e às invasões americanas do Afeganistão e do Iraque (abrindo um conflito directo com o designado fundamentalismo islâmico). A esta agitação geo-estratégica e perante uma plêiade de governantes europeus cada vez mais convertidos às maravilhosas vantagens de uma globalização ao gosto norte-americano, seguiu-se em 2007 o eclodir de uma crise financeira originada no mercado imobiliário norte-americano, que assume já proporções incomensuravelmente maiores graças à alavancagem resultante do contágio pelos sofisticados produtos financeiros que Wall Street disseminou por todo o mundo. Continuação

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[Joaquim Jorge, Clube dos Pensadores, 24-09-2008] | 0 comentários
A proposta de lei para as eleições autárquicas pode voltar este ano ao Parlamento e a limitação de mandatos leva a que se abra caminho à renovação e novas estratégias dos partidos. Continuação

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[Maria Amélia Campos, 06-09-2008] | 0 comentários
O conselho deixado por Manuel Alegre, [28-07-2008], numa entrevista dada ao “Correio da Manhã”, sobre leituras recomendáveis para o período de férias, foi dirigido a José Sócrates e a Manuel Ferreira Leite, mas subentende-se que muitos de nós deveríamos ter seguido a sugestão, nomeadamente, no que refere às duas primeiras obras, de modo a procurarmos compreender por que passámos da vanguarda do Mundo a uma decadência que ainda hoje não conseguimos ultrapassar.Continuação

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[Joaquim Jorge, Clube dos Pensadores, 30-08-2008] | 1 comentário
O Norte sempre abandonado e ostracizado. Se esta situação se verificasse perto de Lisboa, por exemplo na linha de Sintra, seria resolvida num ápice.Continuação

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[Joaquim Jorge, clubedospensadores.blogspot.com, 17-08-2008] | 1 comentário
Temos um primeiro-ministro, José Sócrates que não se sabe para onde está, ou porventura já alguém sabe, mas não diz, ou quer ser bem pago por essa informação ou fotos que o valham para fazer as delícias de quem lê as revistas cor-de-rosa. Ainda não percebi o porquê de José Sócrates fazer finca-pé, para onde vai de férias e com quem vai. Acaba-se sempre por saber tudo. E seria da mais elementar justiça termos um primeiro-ministro que informa com naturalidade os seus concidadãos o que vai fazer.
Continuação

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Joaquim Sarmento
[Joaquim Sarmento, 08-08-2008] | 0 comentários
“O último livro de poemas de Manuel Alegre é deslumbrante. Sob o título “Sete partidas”, a obra centra-se na figura histórica do Infante D. Pedro que foi Regente do Reino, após a morte de D. Duarte Este deixou como herdeiro seu filho Afonso de apenas seis anos de idade. O Infante exerceu a regência até o sobrinho perfazer 14 anos.Continuação

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[Joaquim Jorge, Clube dos Pensadores, 29-07-2008] | 1 comentário
Este frenesim do Governo chefiado por José Sócrates em período de descompensação laboral e de lazer. Idas ao estrangeiro ( Angola e Líbia ) , relativamente a Angola conceder uma linha de crédito para um país dos mais ricos em petróleo e diamantes é de bradar aos céus mas somos assim o que é que se há-de fazer !Continuação

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Manuel Alegre
“Viva a Irlanda! Não há Europa contra os cidadãos”
[Manuel Alegre, DN, 18-06-2008] | 3 comentários
No único país da UE em que se realizou (por imperativo constitucional) um referendo ao Tratado de Lisboa, o "não" ganhou.Continuação

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[Joaquim Jorge, MeiaHora, Clube dos Pensadores, 18-06-2008] | 1 comentário
Manuel Alegre ao promover um comício com outras forças de esquerda está a enviar sinais para dentro do PS. Porém este partido socialista procura fazer ouvidos de marcador. Já o tinha feito a seguir à eleição presidencial fazendo de conta que nada se tinha passado, mais tarde com as eleições para a CML, António Costa venceu mas não convenceu, o efeito Helena Roseta provocou uma erosão no eleitorado do PS que quase inviabilizou a sua eleição, a fasquia ficou-se pelos 30%.
Continuação

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Este Governo sinalizou de tal forma o rumo que qualquer assomo à esquerda se transformou num sentido proibido
[Cipriano Justo, Público.pt, 24-05-2008] | 0 comentários
Além do ensino da filosofia, os anos da Argélia de Pierre Bourdieu (1955-60) foram dedicados ao estudo da sociedade argelina num contexto de guerra de libertação nacional (1954-62). Continuação

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[Joaquim Jorge, clube dos pensadores, 23-05-2008] | 1 comentário
Hoje, vem publicado no jornal Público um estudo inédito, em que é analisado o fenómeno em Portugal ao longo de seis anos (1995 - 2000).

Não querendo ser muito exaustivo o estudo revela aquilo que nós percepcionamos no dia a dia: a pobreza e desigualdades estão a agravar-se em Portugal.
Continuação

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O que interessa a Lisboa é o modelo da regeneração e não o do mero desenvolvimento urbano
[Helena Roseta, Público.pt, 21-05-2008] | 1 comentário
Segundo a Resolução 78/2008 do Conselho de Ministros, de 15 de Maio, a pretexto da comemoração do centenário da República em 2010, o Governo prepara-se para executar "um conjunto de operações destinadas à valorização da frente ribeirinha de Lisboa", visando "criar uma nova visão para a cidade e para a sua frente ribeirinha", bem como "a reconciliação da cidade e dos seus habitantes com o rio Tejo". Continuação

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[Helena Roseta, Cidadãos por Lisboa, 03-05-2008] | 0 comentários
"A verdadeira revolução que falta não é de obras públicas, é de cidadania", escreve Helena Roseta, no Jornal de Lisboa, a propósito de Alcântara. Continuação

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25 de Abril
[24-04-2008] | 0 comentários
Porque estamos a comemorar o 25 de Abril, aqui fica este belíssimo artigo de José Leitão do Blogue “Inclusão e Cidadania” em que faz uma viagem pela poesia de Manuel Alegre e pela história da guerra colonial, pela resistência e contestação ao regime fascista que vigorava então, tendo como referência o livro de poemas “Nambuangongo meu amor – os Poemas de guerra”, editado recentemente e só possível porque ouve o 25 de Abril em 1974, palavras certas que nos falam da poesia que fez parte da resistência de Manuel Alegre ao regime de então, poesia que será sempre um grande contributo para que na memória colectiva não se apaguem os tempos difíceis então vividos e o duro combate pela liberdade.Continuação

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Helena Roseta faz parte da Comissão Coordenadora do MIC
[Helena Roseta -Arquitecta, Vereadora da Câmara de Lisboa , D.N., 23-04-2008] | 1 comentário
A história urbana dos últimos vinte anos mostra que nas cidades com frentes portuárias há duas estratégias de reabilitação: ou um projecto de desenvolvimento urbano, incluindo uma grande dose de construção para viabilizar a operação (foram os casos da Expo'98 ou das Docklands, em Londres; foi também o caso do malogrado POZOR, da Administração do Porto de Lisboa, retirado depois do enorme protesto que gerou); ou um processo mais global de regeneração da ligação da cidade com o rio.
Continuação

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[Maria Amélia Campos, 30-03-2008] | 4 comentários
A ocorrência que na passada semana empolgou o País, numa verdadeira cessão interactiva de prós-e-contras de Norte a Sul, teve a particularidade de acordar a “besta da indiferença”, a maior obscenidade que conheço Desfraldaram-se palpites, desenterraram-se pedagogias, gargarejaram-se sentenças, e fez-se muita mea-culpa, mas no cerne da questão poucos tocaram.Continuação

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O maior mérito desta redução fiscal está na sua irrelevância económica
[Paulo Ferreira, Público.pt, 27-03-2008] | 0 comentários
Por um momento, todos têm pelo menos uma parte da razão. Começa por tê-la o Governo, quando diz que com a descida do IVA "os portugueses vêem premiado o seu esforço"; tem o PSD, quando afirma que a decisão "não tem nenhum
impacto sério" na economia; tem o PCP, que se antecipou e fez esta mesma proposta para o Orçamento do Estado deste ano; têm o CDS-PP, o Bloco de Esquerda e a Deco, quando alertam para o risco de esta descida de IVA ficar nas empresas e não passar para os consumidores; tem Rocha de Matos ao afirmar que este é um "sinal de outras descidas de impostos"; têm razão os técnicos de contas para aplaudir a decisão, porque se há sector de actividade que sai a ganhar, é o dos consultores fiscais e contabilísticos que vão ajudar as empresas a fazer as adaptações necessárias; e tem a generalidade dos que ontem comentaram a medida anunciada por José Sócrates e Teixeira dos Santos, independentemente de a terem achado excessiva, tímida ou simplesmente irrelevante.
Continuação

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[Manuel Rocha Carneiro, O Ilhavense, 22-03-2008] | 1 comentário
A transformação dos professores em meros assalariados, a iníqua praça de jorna em que a contratação de professores para as Actividades de Enriquecimento Curricular se transformou em certos locais do país, a constante desconsideração e violência a que têm sido submetidos, a imposição de medidas que atentam contra a própria natureza da realidade ética do que é ter sido empossado para o exercício de uma das mais nobres das funções públicas, todos estes atentados têm provocado a erosão da principal ferramenta de trabalho de qualquer professor: o respeito dos outros. Continuação

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[Joaquim Jorge, Publico.pt, 22-03-2008] | 0 comentários
O importante em democracia não são os governantes que dela emanam mas sim o acordo da população e o respeitoContinuação

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Sábado, 22 de Março, Dia Mundial da Poesia
[21-03-2008] | 1 comentário
A nossa homenagem ao poeta e Presidente do Conselho de Fundadores do MIC, um poema de Manuel Alegre para todos lerem, poema actual e cheio de sentido, associando-se o MIC desta forma ao Dia Mundial da Poesia.Continuação

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[Joâo Correia, 13-03-2008] | 0 comentários
Discurso apresentado no Fórum Novas Fronteiras, realizado na antiga Feira Industrial de Lisboa (FIL), em 23/02/2008 Continuação

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A propósito do Dia da Mulher
[Ana Vicente, Público.pt, 06-03-2008] | 0 comentários
O feminismo faz muito sentido num mundo onde persiste a violência contra as mulheres"Mas quem era esta Madalena Barbosa de que agora tanto se fala?", perguntou-me um primo, magistrado aposentado. "Tu conhecias?"Continuação

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[Joaquim Jorge, Primeiro de Janeiro, 03-03-2008] | 1 comentário
Será que a Verdade fica condenada ao isolamento impotente e a Política à mentira e à prepotência? A Verdade é incómoda para o Poder. No choque com o poder, a Verdade sai derrotada, mas conserva a força que é seu apanágio. A persuasão e o medo podem destruir a Verdade mas não podem substituí-la. A Verdade e a Política sempre estiveram de más relações. A Verdade tem um estatuto precário nos regimes constitucionais. Como diz Sócrates, filósofo grego: «é preferível sofrer o mal que praticá-lo».Continuação

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[Baptista Bastos, DN, 27-02-2008] | 0 comentários
Relatórios internacionais dizem que temos fartura de tudo: de miséria, de desespero, de desemprego, de resignação, de mentiras; e falta do que confere a uma pátria a fisionomia moral, cultural, cívica, social e política. O retrato perturba. Perturba quem? As camadas da população mais sovadas: eu, tu, nós. Eles, vós, os outros, pertencem à lista que reivindica uma outra forma de viver: na abastança obscena, causadora da mais excruciante das desigualdades.Continuação

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[CARLA AGUIAR com RUTE ARAÚJO e LUSA, DN, 25-02-2008] | 3 comentários
Pobreza. Relatório da Comissão Europeia diz que Portugal é o segundo país da UE onde o risco de pobreza infantil é maior. A subida do desemprego, o baixo nível de vida e a elevada taxa de abandono escolar são factores que explicam o retrato negro
Uma em cada cinco crianças portuguesas está exposta ao risco de pobreza, o que faz de Portugal o País da União Europeia, a seguir à Polónia, onde as crianças são mais pobres ou correm maior risco de cair nessa situação.
Continuação

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[Maria do Céu da Cunha Rêgo, 23-02-2008] | 0 comentários
“Sabes?! Se calhar não vou ao lançamento ...” E o que começou num sorriso leve, acabou com o olhar a fixar-se, indefinidamente, mais além. Pensei que nunca mais a via. E não vi. Mas ouço-lhe a ironia em vários tons e fico contente pelo aconchego que teve nestes últimos tempos. Mérito dela. Privilégio nosso. Até ao fim, a Madalena soube agregar mulheres e alguns homens em torno de uma boa ideia.Continuação

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Madalena Barbosa era feminista, palavra maldita em Portugal, palavra que queima
[São José Almeida , Público.pt, 23-02-2008] | 1 comentário
Madalena Barbosa não foi nunca ministra. Madalena Barbosa não foi nunca secretária de Estado. Madalena Barbosa não foi nunca presidente da Comissão da Condição Feminina, depois Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres, agora Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género. Madalena Barbosa vivia com a mágoa de nunca ter visto reconhecida em Portugal, do ponto de vista institucional, a real dimensão do seu trabalho, a importância do que foi uma vida dedicada, nos últimos trinta anos, à defesa da igualdade e dos direitos das mulheres.Continuação

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[Miguel Gaspar, Público.pt, 19-02-2008] | 0 comentários
A reforma do ensino especializado da música está a ser recebida no meio musical como um remake da carga dos helicópteros do Apocalypse Now: um ataque conduzido por uma ministra disposta a queimar tudo à sua passagem. Sendo plausível que no ministério tenham da Cavalgada das Valquírias a mesma visão funcionalista que os personagens do filme de Coppola.Continuação

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[Maria João Teles, 17-02-2008] | 1 comentário
(...)
Por isso, fiquei muito surpreendida quando, esta manhã, acordei com uma vontade intensa de procurar o endereço do meu blog (até me esqueço dele!) e desabafar.
Desabafar porque a tristeza que tem tomado conta de mim, nos últimos tempos, já não se contenta em ser verbalizada com alguns colegas de trabalho (poucos!) que, infelizmente, vão partilhando estes sentimentos de desalento e angústia.
Continuação

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[Manuel Maria Carrilho, DN, 17-02-2008] | 0 comentários
O reformismo português encontra-se numa encruzilhada: isto é verdade, tanto em relação ao País e ao Governo, como no que se refere ao sistema partidário. Nesta encruzilhada, o que todos os dados indicam é que os portugueses sentem que o País está melhor mas não basta, que o Governo se renovou mas não chega, e que os partidos se agitam mas não mexem.Continuação

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[Cipriano Justo, Público.pt, 14-02-2008] | 0 comentários
Não será a lógica eleitoralista que irá conseguir apagar o regime de precariedade em que se transformou a sociedade portuguesa A necessidade de se preencherem os lugares vazios no espectro que vai do Governo ao PCP é independente da remodelação verificada nos Ministérios da Saúde e da Cultura. Continuação

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[Joaqui Jorge - Clube dos Pensadores, JN, 06-02-2008] | 1 comentário
O sistema político está esgotado e a crise vai acentuar-se com as novas leis para as eleições autárquicas e legislativas.Continuação

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[19-01-2008] | 1 comentário
A petição em defesa do Serviço Nacional de Saúde e pelo fim das taxas moderadoras é lançada publicamente no domingo e conta entre os primeiros signatários o fundador do SNS António Arnaut, os deputados Manuel Alegre e João Semedo, o recém-reeleito bastonário dos médicos Pedro Nunes e o ex-bastonário dos farmacêuticos e antigo presidente do Infarmed, José Aranda da Silva.
A petição também pode ser assinada na internet em www.snsparatodos.net Continuação

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A Câmara de Lisboa não pode continuar a ser um enorme paquiderme à deriva Caro António Costa
[* Helena Roseta, Público.pt, 11-01-2008] | 0 comentários
O relatório da sindicância aos serviços de urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa é devastador e revela o total desvario da gestão municipal e a incompetência ou irresponsabilidade de sucessivas vereações.Continuação

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O novo Código do Processo Penal coloca a nu a dificuldade em fazer detenções fora do flagrante delito
[Joaquim Jorge *, Público.pt, 11-01-2008] | 0 comentários
A quarta revisão do Código Penal após o 25 de Abril foi no sentido de dar resposta às novas realidades na sociedade contemporânea. Continuação

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As fragilidades do Governo e da oposição neste ano, e os modelos económicos que podem servir Portugal.
[Rui Ramos, Diário Económico, 03-01-2008] | 2 comentários
Peço o título emprestado a um livro do Prof. Adriano Moreira, “Tempo de Vésperas”. Creio que define bem o ano que aí vem em Portugal e no mundo. 2008 será o ano da eleição presidencial nos Estados Unidos da América (EUA), e, em Portugal, o da contagem decrescente para três eleições – europeias, autárquicas, e legislativas – no ano seguinte. Continuação

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Coisas do circo
[Emidio Rangel, Correio da Manhã, 30-12-2007] | 2 comentários
O primeiro-ministro sabe muito bem que tem ministros medíocres que não apresentaram obra feita desde o início do mandato.Continuação

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Torna-se necessário que alguma coisa aconteça na esquerda para que alguma coisa mude no país
[Cipriano Justo, Público.pt, 27-12-2007] | 1 comentário
A 18 meses do início de um novo ciclo eleitoral, cabe perguntar o que vai fazer a esquerda? Continuação

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[Francisco Alegre Duarte, Público.pt, 26-12-2007] | 1 comentário
O comportamento do actual PS de Coimbra sobre [a co-incineração] rege-se pela subserviência à liderança do partido.
Continuação

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[Ban Ki-moon, Público.pt, 09-12-2007] | 0 comentários
Os cientistas já cumpriram a sua missão. Agora compete aos políticos agir.

Já lemos a informação científica. O aquecimento global é real e nós somos uma das causas principais. Já ouvimos as advertências. Se não agirmos desde já, esperam-nos consequências desastrosas. O gelo polar pode derreter. Os níveis do mar subirão. Um terço das nossas espécies vegetais e animais pode desaparecer. Haverá fome no mundo inteiro, especialmente em África e na Ásia Central.
Continuação

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[António Barreto, Público.pt, 09-12-2007] | 2 comentários
Os políticos olham para os povos como se estes fossem incómodos para as suas encenações Trapezistas andróginos, papagaios alfabetos, palhaços pobres e ricos, tigres amestrados, magos e contorcionistas: há de tudo. Vieram por três dias, a cidade ficou em quarentena e, ansioso, o mundo espera por resultados. A meio da semana, tudo recomeça, mas só com um grupo selecto que vem assinar nos Jerónimos a inútil constituição europeia alcunhada de Tratado.Continuação

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[JOAQUIM JORGE, MeiaHora , 05-12-2007] | 0 comentários
A nova proposta de lei para as eleições autárquicas congeminada pelo PSD e PS é pela eficácia contra a representatividade democrática.Continuação

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[Ana Benavente *, Público.pt, 03-12-2007] | 3 comentários
Não sou certamente a única socialista descontente com os tempos que vivemos e com o actual GovernoContinuação

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[Helena Roseta, Dirigente do MIC, Público.pt, 20-11-2007] | 5 comentários
É óbvia a urgência da reforma dos partidos, mas não se vê sinais dela entre nósContinuação

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[Joaquim Jorge, Clube dos Pensadores, 12-11-2007] | 0 comentários
Fazer com que o maior número de pessoas se comprometa com a defesa do meio ambiente.

Foi uma boa notícia para quem tem preocupações ambientais e se preocupa com o futuro do planeta, terem sido galardoados com o Nobel da Paz, Al Gore e o Grupo Intergovernamental de especialistas da ONU sobre Alterações Climáticas (IPCC).Continuação

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Votação na generalidade
[09-11-2007] | 6 comentários

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[Joaquim Jorge, Biólogo, Jornal de Notícias, 07-11-2007] | 0 comentários
A propósito do programa Porto Feliz, em que personalidades apelaram para o Governo retomar a sua actividade, notícia do JN, li um artigo de opinião - resposta de Rui Moreira (uma das personalidades) a uma carta aberta enviada por um ex-vereador do PS na Câmara Municipal do Porto, Orlando Gaspar. O meu espanto foi enorme. Continuação

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[José Manuel Fernandes, Público.pt, 03-11-2007] | 1 comentário
Há boas escolas em zonas difíceis. Há bons professores em más escolas. O que não há é um bom sistema de ensino comandado por iluminados "filhos de Rousseau" que gostariam de levar todos, pela arreata, até ao seu paraíso igualitário mas medíocreContinuação

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[António Barreto, Público.pt, 28-10-2007] | 0 comentários
A democracia vive hoje da mentira. Sob todas as suas formas: ocultação, contradição, correcção, circunstância superveniente ou melhor ponderaçãoContinuação

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[José Manuel Fernandes, Público.pt, 24-10-2007] | 1 comentário
Ao violar as regras estabelecidas para a divulgação dos "rankings" das escolas, o Ministério não prejudica apenas o bom jornalismo: viola princípios de equidade essenciais à liberdade de imprensa e limita o direito de acesso dos cidadãos à melhor informaçãoContinuação

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[Joaquim Jorge, Público.pt, 16-10-2007] | 2 comentários
Ao enxotar professores incapacitados para a função docente mas aptos para outras actividades, o Ministério da Educação mostra uma insensibilidade tal em que as pessoas são tratadas como ovelhas num rebanho, por serem tresmalhadas passam para outro curral (mobilidade especial).Continuação

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[ Joaquim Jorge, http://clubedospensadores.blogspot.com, 14-10-2007] | 0 comentários
O Ministério da Educação é a instituição pública em Portugal que não cumpre as leis que criaContinuação

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[Helena Roseta, Público.pt, 12-10-2007] | 2 comentários
A democracia participativa não é antagónica da democracia representativa, mas sim complementarContinuação

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[Machado da Graça, Público.pt, 03-10-2007] | 0 comentários
Em África, há muita gente que se recusa a criticar Robert Mugabe por o seu principal crítico ser um país europeu Estou muito longe de ser um admirador e apoiante da actual política de Robert Mugabe, no Zimbabwe.
Muito pelo contrário.Continuação

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[Maria Filomena Mónica – Historiadora, Público.pt, 30-09-2007] | 1 comentário
Valter Lemos nunca participou em debates parlamentares, nunca demonstrou possuir uma ideia sobre EducaçãoContinuação

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[Joaquim Jorge, Biólogo, Público.pt,, JN, 28-09-2007] | 1 comentário
Que moral tem um partido para falar em democracia, se não a pratica?A disputa das eleições internas no PSD tem suscitado opiniões perfeitamente díspares do "inner circle" lisboeta, tendo como proeminências Vasco Pulido Valente e Pacheco Pereira, achando que estas eleições nada resolvem e acrescentam, mostrando um ódio de estimação pela candidatura de Menezes.Continuação

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[Pedro Afonso, Médico psiquiatra, Público.pt, 27-09-2007] | 1 comentário
Numa altura em que se verifica novamente uma grande contestação por todo o país às políticas de saúde do Governo, já muitos portugueses perceberam que o mesmo partido que criou o Serviço Nacional de Saúde (SNS) parece querer ditar-lhe uma sentença de morte.Continuação

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[Manuel Maria Carrilho , Diário Noticias, 25-09-2007] | 2 comentários
Poucos o pressentem ainda, mas estamos na concha de uma vaga que pode trazer muitas e assinaláveis surpresas nos próximos tempos.Continuação

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Câmara de Lisboa
[Lusa/Sol, 25-09-2007] | 0 comentários
Os vereadores do movimento Cidadãos por Lisboa acusaram a maioria PS/BE de plágio de propostas daquele grupo municipal, que não chegam a ser agendadasContinuação

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[Público.pt, 21-09-2007] | 0 comentários
Começam a ser demasiadas as vezes em que, face às estatísticas apresentadas pelos ministérios, se desconfia da sua fiabilidadeContinuação

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[Cipriano Justo, Público.pt, 20-09-2007] | 1 comentário
O que está em causa é uma visão fragmentada da actividade social, arrumada segundo critérios nobiliárquicosContinuação

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[Paulo Ferreira, Público.pt, 19-09-2007] | 0 comentários
A melhoria das contas públicas continua a contar apenas com um esforço: o do contribuinte pagador.Continuação

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[Jorge Barbosa, 10-09-2007] | 1 comentário
O ser humano tem dificuldade em processar as novidades. Mais do que não ser capaz de tomar imediatamente posição crítica sobre elas, parece ficar temporariamente limitado na sua faculdade de simplesmente as ajuizar. Não é que não as detecte; o que acontece é que não as vê como susceptíveis de serem ajuizadas, sem antes terem alguma consequência.Continuação

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[Manuel Carvalho, Público.pt, 03-09-2007] | 0 comentários
A deslocação pelo país fora de cinco ministros e de 13 secretários de Estado para entregar mais computadores é uma operação supérflua e contraproducente. O Governo repete hoje a acção que, em finais de Julho, levou 18 ministros e secretários de Estado a outras tantas cidades do país para entregar computadores no âmbito do programa @iniciativas. Já na semana passada tinha feito o mesmo, embora numa escala mais comedida. Continuação

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[*António Vilarigues, Público.pt, 03-09-2007] | 0 comentários
Como facilmente se comprova, é falsa a tese de que "o mercado de trabalho precisa de ser mais flexível"Um dos problemas quando se aborda o tema desemprego é o grande peso dos dados numéricos. Esquecemo-nos com demasiada frequência que por detrás de cada desempregado(a) está uma pessoa concreta. Com os seus sonhos, as suas esperanças, as suas ambições. Com a sua realidade familiar. Está um pai, uma mãe, um filho, uma filha, um irmão, uma irmã. Muitas vezes, demasiadas mesmo, está uma família inteira.Continuação

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[* Francisco Teixeira da Mota, Público.pt, 03-09-2007] | 4 comentários
Contra o jornalismo de sarjeta, marchar, marchar! Infelizmente, a troika socialista para a comunicação social (Vital Moreira, Santos Silva e Arons de Carvalho) vai conseguir instaurar em Portugal, o mais "regulado" ou "condicionado" regime da liberdade de expressão e de informação que, muito provavelmente, existirá em qualquer Estado democrático de direito.Continuação

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[Luís Campos e Cunha, Público.pt, 31-08-2007] | 0 comentários
O que é o Nada? É a oposição em Portugal. Diria mesmo que é a prova da existência do Nada. O período de Verão (se a isto podemos chamar Verão) não é propício a grandes dissertações. Por um lado, as pessoas exigem férias-férias, por outro não há notícias. Se olharmos os jornais, temos as notícias sobre a crise financeira que não interessa a ninguém, obviamente, e o resto são cabeçalhos para embrulhar em papel de jornal. Se não há assunto, se tudo é nada, então, falemos disso mesmo: do Nada.Continuação

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[Baptista Bastos, Negócios.pt, 27-08-2007] | 0 comentários
O facto de o belíssimo edifício do consulado português de Sevilha correr o risco de ser entregue, por este triste Governo, ao Estado espanhol, tem suscitado alguns protestos, não tantos quanto seria desejável. Os comentadores do óbvio, os estipendiados e aqueles que aguardam, ansiosos, sinecuras, têm ignorado o assunto.Continuação

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[Ana Gonçalves, Público.pt, 27-08-2007] | 1 comentário
O Instituto Nacional de Estatística divulgou dados que apontam para um agravamento da precariedade do emprego. De facto, os dados divulgados pelo INE apenas confirmam aquilo que é sobejamente conhecido: os vínculos laborais são cada vez mais precários, aliás, a precariedade é encarada em Portugal como sendo uma inevitabilidade.Continuação

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O Fio do Horizonte
Comício de Verão
[Eduardo Prado Coelho, Público.pt, 25-08-2007] | 0 comentários
No seu habitual comício de Verão do PSD/Madeira, lá tivemos Alberto João Jardim a vociferar com a habitual virulência e desfaçatez. Conseguisse ele imaginar o que a esmagadora maioria dos portugueses do continente pensa destas vistosas performances e talvez não exibisse tamanha arrogância. Mas não consegue, e, por isso, fica ali, naquele estardalhaço ensolarado, a vacilar entre o ridículo e o patético.Continuação

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[Pedro Sales, Blog 0 de conduta, 23-08-2007] | 0 comentários
Esta semana, através de vários estudos do Eurostat e de pequenas notícias nos jornais ou suplementos económicos, ficámos a saber que os portugueses ganham menos 40% do que a média europeia e que o fosso
salarial entre os mais ricos e os mais pobres em Portugal voltou a bater recordes
, estando quase duas vezes acima da média europeia a 15. Ainda antes das alterações às reformas aprovadas pelo Governo, já somos o terceiro país onde as pessoas trabalham mais anos e se reformam mais tarde da Europa a 25.
Continuação

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[Joaquim Jorge, Público.pt, 22-08-2007] | 1 comentário
Os muros permitem uma contenção temporal mas não definitiva, tornam-se vulneráveis e um dia desaparecem. Depois da queda do muro de Berlim provocada pelas mudanças políticas no mundo comunista, parece que está na moda a construção de muros, num retrocesso sem precedentes. Continuação

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Intervenção de Manuel Alegre
[Manuel Alegre, 12-08-2007] | 0 comentários
Não sei se quando Torga se debruçava sobre o Mondego olhava apenas as suas águas. Talvez se debruçasse sobre os grandes rios do Mundo e os outros, mais obscuros e profundos, da sua imaginação. Ou talvez se debruçasse sobre si mesmo, sobre as perguntas que constante e dolorosamente se fazia e constituem o cerne da sua escrita.Continuação

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[Santana Castilho, Professor do ensino superior, Público.pt, 02-08-2007] | 1 comentário
O poder modificou Mariano Gago. O convívio com a arrogância de Sócrates contaminou-o.Continuação

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[Baptista Bastos, Público, 01-08-2007] | 4 comentários
Numa maçadora entrevista à SIC, o nosso querido primeiro-ministro tentou minimizar e, até, desacreditar o artigo de Manuel Alegre, no Público, no qual criticava o autoritarismo e o medo ressurgentes. Sócrates repetiu o já por nós sabido. E os entrevistadores, apesar da agressividade sorridente, apenas expuseram a modéstia dos pessoais recursos.Continuação

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[João Correia, Público, 01-08-2007] | 3 comentários
Está, ou não, demonstrado o vazio de um buraco negro que os partidos políticos negligentemente criaram? Desde as eleições presidenciais que é legítimo indagar sobre as causas da elevada percentagem de votantes em Manuel Alegre.Continuação

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Manuel Alegre
[José António Cardoso, Diário de Noticias Madeira, 30-07-2007] | 0 comentários
Obrigado Manuel Alegre, obrigado por existir, pelas lições de libertação do pensamento, pelo nobre uso da palavra, por lembrar o valor humano essencial da nossa existência - a liberdade.Continuação

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[Alexandre Azevedo Pinto, Jornal do Centro, 27-07-2007] | 2 comentários
O título original e grande parte deste texto foi escrito no “dia seguinte” às últimas eleições presidenciais e depois da reflexão, que na altura fiz, sobre os resultados da candidatura presidencial de Manuel Alegre e do seu impacto na sociedade e na política em Portugal. A candidatura da Helena Roseta, à Câmara Municipal de Lisboa e os resultados por ela alcançados, há cerca de duas semanas, por analogia replicam muito daquilo que na altura escrevi. Vou neste texto procurar relembrá-lo e enfatizá-lo.Continuação

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[São José Almeida, Jornalista, A Semana Política, Público.pt, 28-07-2007] | 0 comentários
A direita portuguesa está a viver o momento de maior expansão desde o 25 de Abril. Não há em Portugal uma crise da direita. Mais precisamente, a direita portuguesa não está em crise ideológica nem de projecto. A única crise que existe na direita portuguesa é a de representação partidária.Continuação

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[Joaquim Jorge, Biólogo, Publico.pt, 27-07-2007] | 0 comentários
Quanto mais os partidos demorarem a reformar-se, mais provável será que se tornem desnecessários ao sistema. A vida política atravessa um ciclo de desinteresse da parte dos cidadãos e desconfiança nas instituições. A democracia está a viver uma crise de confiança, os cidadãos acreditam cada vez menos nos políticos, sendo prova disso a fraca participação nos actos eleitorais. Continuação

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[Loureiro dos Santos-General, Público.pt, 24-07-2007] | 1 comentário
Considerará o Governo que os militares são funcionários públicos?Têm sido visíveis diversas atitudes públicas de insatisfação de militares, mesmo no activo, quanto à forma como os governantes estão a agir para com eles, no conjunto das reformas em curso de que o país carece.Continuação

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[Manuel Alegre, 23-07-2007] | 18 comentários
Nasci e cresci num Portugal onde vigorava o medo. Contra eles lutei a vida inteira. Não posso ficar calado perante alguns casos ultimamente vindos a público. Casos pontuais, dir-se-á. Mas que têm em comum a delação e a confusão entre lealdade e subserviência. Casos pontuais que, entretanto, começam a repetir-se. Não por acaso ou coincidência. Mas porque há um clima propício a comportamentos com raízes profundas na nossa história, desde os esbirros do Santo Ofício até aos bufos da Pide. Casos pontuais em si mesmos inquietantes. E em que é tão condenável a denúncia como a conivência perante ela.Continuação

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Madeira
[Amílcar Correia, Público.pt, 22-07-2007] | 1 comentário
O Presidente da República quebrou o seu silêncio para dizer que os cidadãos podem recorrer à justiça quando uma determinada lei não é aplicada, o que é o caso. A recusa do Governo Regional da Madeira em aplicar uma lei promulgada pelo Presidente da República coloca-nos perante a absurda divisão do país em dois.Continuação

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Declaração de Voto
[Manuel Alegre, 04-07-2007] | 0 comentários
Em declaração de voto hoje entregue na Assembleia da República, Manuel Alegre critica a proposta governamental de novo regime jurídico para o Ensino Superior e pede alterações na especialidade.
Continuação

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[JOAQUIM JORGE, Perspectiva/Publico, 06-07-2007] | 1 comentário
Depois da votação espectacular que teve na corrida presidencial e do “sinal” dado pelo povo português, fazendo história em que esta candidatura foi um espaço emergente de um movimento transversal aos partidos, inovador, contra o desinteresse de parte dos cidadãos e a desconfiança nas instituições. Estimulando a reinventar a democracia, tornando-se um espaço de activismo cívico e de democracia participativa, fazendo ver a necessidade de uma evolução dos partidos, passando por laços entre representantes e representados que deverão tornar-se menos contractualizados e mais participativos.Continuação

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[António Chora, Público, 05-07-2007] | 0 comentários
Os favores ao patronato, a serem postos em prática, mostrarão que o Ministério de Vieira da Silva é efectivamente o da CIPA comissão encarregada de elaborar o Livro Branco das Relações Laborais apresentou o seu trabalho. E que trabalho! Constituída por especialistas reconhecidos na matéria, a verdade é que muitos são funcionários de departamentos ligados ao Ministério do Trabalho e ao Governo, o que suscita dúvidas sobre a sua independência. Dito isto, há que analisar o projecto no que toca às propostas mais gravosas para os trabalhadores.Continuação

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[José Leitão, http://inclusaoecidadania.blogspot.com/, 25-06-2007] | 1 comentário
O facto de ter sido possível chegar a um acordo sobre “um tratado europeu simplificado” é um facto que vai ter uma enorme importância sobre o nosso futuro colectivo, enquanto portugueses ou apenas residentes em Portugal. Teremos por isso de nos manter informados e atentos e de participar neste processo tanto quanto possível.
Depois do denominado projecto de Tratado que estabelece uma Constituição para a Europa, ter sido bloqueado pela vitória do “não” nos referendos realizados em França e na Holanda, parece ter-se aberto a porta para uma aprovação de um novo tratado que seja ratificado e entre em vigor antes das próximas eleições para o Parlamento Europeu.Continuação

A realidade tem vindo a desmentir as teorias do fim da História
[André Freire, Professor de Ciência Política (ISCTE), Publico.pt, 22-06-2007] | 1 comentário
Terminou mais uma cimeira do G8, onde se reuniram os líderes das oito maiores potências mundiais. Fora do recinto, reuniram-se cerca de 100 mil manifestantes que se batem contra a presente globalização e por formas de globalização alternativas. Na versão actualizada de um livro (Globalism: Market Ideology Meets Terrorism) que, em 2003, recebeu um prémio da Associação Americana de Ciência Política, Manfred Steger faz uma distinção entre "Globalização" e "Globalismo". Continuação

Quando sabemos que estamos a perder a liberdade? Não sei dar uma resposta. Mas posso colocar questões legítimas? Ainda tenho essa liberdade?
Os últimos meses vêm gerando, na imprensa e opinião publicada, algumas dúvidas. Posso, brevemente, retomar algumas. A primeira, mais recente, diz respeito ao episódio de um professor da Direcção Regional de Educação do Norte que, por alegadamente ter proferido um comentário insultuoso sobre a licenciatura do primeiro-ministro, foi expulso das suas funções e processado.Continuação

Manuel Alegre não ganhou a eleição em que participou, mas teve o condão de fazer ver que é possível e lançou as sementes para muitas independências.
A ideia com que fico é que, parece uma corrida em que ninguém quer perder e todos querem participar (aparecer). Para se tornar mediático não há nada como concorrer a umas eleições intercalares, em que não há mais nenhumas, isto é, os holofotes estão todos virados para os alfacinhas.Continuação

[Pacheco Pereira, Público, 19-05-2007] | 1 comentário
Na candidatura de Costa já se pode perceber como funciona essa enorme pressão do poder, típica das candidaturas que já "ganharam antes de ganhar".
Nós pensamos muitas vezes apenas nos partidos, mas, em democracia, mais importante do que os partidos é a dualidade poder-oposição ou, melhor ainda, a existência ou não de um tónus crítico do debate público que não seja afectado pela presença obsessiva do poder. Liberdade não só no papel, mas também nas cabeças. E essa não só falta, como está a ficar cada mais rarefeita.
Continuação

[José Manuel Fernandes, Público, 12-05-2007] | 3 comentários
A capital não necessita de quem lhe prometa o céu, mas de quem, lavando-lhe humildemente os pés, a prepare para as caminhadas de um futuro a que só Lisboa pode ambicionar.
Continuação

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[José Leitão, http://inclusaoecidadania.blogspot.com, 06-05-2007] | 0 comentários
Manuel Alegre lançou esta semana um belíssimo livro de poesia intitulado “Doze Naus”
A escritora, professora e ensaísta Yvette Centeno apresentou-o de uma forma clara e precisa, como poderão constatar todos os que lerem o livro e as suas palavras, aqui.Continuação

[José Pacheco Pereira, Público, 05-05-2007] | 0 comentários
Por detrás de Carmona Rodrigues, ao lado, em cima, a aplaudir às claras, a conspirar às escuras, a conspirar às claras, a mover-se quer como um polvo, quer como aqueles pombos que vinham nos livros antigos de zoologia, um a que tinham tirado o cérebro e ficava firme e hirto, outro a quem tinham tirado o cerebelo e ficava ali pousado na sua própria gravidade, está uma entidade pouco visível em todo este processo. Na sua declaração, Carmona Rodrigues referiu-se-lhe de passagem sem a nomear. Esta terceira entidade na crise lisboeta, não sendo decisiva em nada de importante como seja ganhar eleições, é fundamental nas peripécias. Ora peripécias é o nome do processo de Lisboa a partir de agora. Esta entidade é o aparelho político do PSD em Lisboa, a distrital de Lisboa.
Continuação

[José Vítor Malheiros, Público, 09-05-2007] | 2 comentários
"O mercado" premeia o comportamento imoral dos gestores que se concedem a si mesmos aumentos de 220 por cento enquanto dão aumentos de 15 por cento aos seus trabalhadores.Continuação

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[Eduardo Lourenço, Público, 06-05-2007] | 0 comentários
Independentemente do vencedor, esta campanha original, sem precedentes em termos de participação activa e empenhada do eleitorado francês, é já em si uma referência histórica. Este suplemento de interesse cívico e mesmo de paixão deve-se menos a Nicolas Sarkozy do que a Ségolène Royal(...).Continuação

[Rui Tavares, Público, 03-05-2007] | 0 comentários
1. O lema da cidade de Lisboa é "Mui nobre e sempre leal". Carmona Rodrigues deve deixar a presidência da cidade porque demonstrou não entender o sentido desta frase. Não porque é arguido. Mas porque, passada uma semana sobre as primeiras notícias de que o era, ainda não se dignou informar disso os seus concidadãos. Continuação

Fonte: www.jn2.sapo.pt/biog
[José Leitão, blogue inclusão e cidadania, 29-04-2007] | 0 comentários
A designação de Jorge Sampaio como Alto Representante das Nações Unidas para a Aliança das Civilizações pelo Secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, é uma boa notícia porque representa um empenhamento reforçado das Nações Unidas nesta área e porque o escolhido é uma personalidade competente para desempenhar estas funções, como se apressaram a sublinhar os governos de Espanha e da Turquia. Continuação

O 25 de Abril é um dos poucos feriados "vivos" que ainda existem
[José Pacheco Pereira, Público ( excerto ), 28-04-2007] | 0 comentários
O discurso presidencial na Assembleia da República no dia 25 de Abril repetiu mais uma vez um tema recorrente nesse tipo de discursos: o que fazer com este dia para ele parecer "vivo" e não morto? O que fazer com o 25 de Abril para não parecer mais um dia em que não se trabalha e se vai para o Algarve? A pergunta já fora feita por Eanes, Soares e Sampaio, quer a propósito do 25 de Abril, quer a propósito do 5 de Outubro. O que é que leva os presidentes a interrogar-se sobre o sentido do seu papel nas sessões solenes da Assembleia da República todas as vezes que têm de falar num feriado com origem histórica e cívica, já que nunca vi nenhum presidente interrogar-se sobre os feriados religiosos?Continuação

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[José Leitão, blogue inclusão e cidadania, 22-04-2007] | 3 comentários
O trágico assassinato de trinta e duas pessoas, entre jovens estudantes e professores, na Universidade Técnica de Virgínia, por parte de um jovem estudante que se suicidou de seguida, vieram tornar mais actual a necessidade de assegurar a existência de sociedades seguras e livres de armas.Continuação

[Elísio Estanque, http://boasociedade.blogspot.com, 15-04-2007] | 0 comentários
No momento em que se celebra mais um aniversário do 25 de Abril de 1974, e perante as profundas transformações que na última década vêm fustigando o campo do trabalho no nosso país (e no mundo), fará sentido interrogarmo-nos onde pára o espírito da Revolução dos Cravos? A mentalidade servil e conformista que se vem espalhando em diferentes áreas do emprego não será a negação sociológica das promessas de Abril? Continuação

[Ricardo Pais Mamede, Público, 16-04-2007] | 1 comentário
Um estudo recente sugere que a flexibilidade laboral pode estar associada a taxas de desemprego mais elevadas.
Continuação

Eleições em Timor
[Adelino Gomes, Público, 08-04-2007] | 2 comentários
São três as grandes notícias desta campanha. Duas têm a ver, directamente, com o acto eleitoral. A terceira não. E no entanto, está-lhe intimamente ligada. Bem pode dizer-se, até, que condiciona, em enormíssima parte, a sua leitura.
A calma, ainda que relativa, com que decorreu a campanha surpreendeu muita gente. O mesmo quanto à capacidade mobilizadora da candidatura de Lu-Olo, que organizou, de longe, as maiores concentrações. Em contraste com uma talvez ainda mais surpreendente incapacidade do actual primeiro-ministro e Nobel da Paz, José Ramos-Horta, de atrair multidões significativas onde quer que se deslocasse em campanha.
Continuação

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[Manuel Alegre, www.manuelalegre.com, 05-04-2007] | 0 comentários
A campanha eleitoral que está a decorrer em Timor reveste-se da máxima importância para o futuro daquele país irmão.
Continuação

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[José Leitão, blogue inclusão e cidadania, 01-04-2007] | 0 comentários
Enquanto Lisboa se prepara para protagonizar um debate fundamental em termos da agenda internacional sobre direitos humanos dos imigrantes, verificou-se, a colocação e um cartaz anti-imigrantes por iniciativa de um partido racista e xénofobo.
É um gesto racista que tem de ter a resposta adequada por parte de todos os defensores dos direitos humanos. O racismo é sempre um atentado contra a humanidade no seu conjunto, porque põe em causa o laço de fraternidade que une todos os seres humanos, que são membros de uma única família humana.
Continuação

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[José Vítor Malheiros, Público, 25-03-2007] | 0 comentários
O seu nome parece ter querido dizer "sol poente" ou "continente" e surgiu algures na Grécia. Quanto a ela própria, ninguém sabe se foi a primeira a usar o nome ou se foi apenas a mais conhecida de uma longa linhagem. Há quem diga que uma filha do Oceano já se tinha chamado assim e essa pode ter sido a razão do baptismo.
Continuação

[Luís Campos e Cunha, Professor universitário, Público, 16-03-2007] | 0 comentários
A invasão do Iraque é um desastre de consequências inimagináveis. Embora este desfecho fosse globalmente previsível, os detalhes revelaram-se piores do que o nosso pessimismo permitia imaginar. Houve erros político-militares cujas consequências longínquas poderão ser calamitosas.
Continuação

[José Vítor Malheiros, Público, 13-03-2007] | 1 comentário
O Estado pode garantir a adjudicação de uma obra a uma dada empresa antes de essa obra existir?Continuação

[São José Almeida, Público ( excerto ), 03-03-2007] | 0 comentários
Não é correcto cortar a direito nas despesas e fechar serviços sem assegurar que haja alternativas a funcionar.
Continuação

[Rui Tavares, Público, 28-02-2007] | 0 comentários
Ao contrário do que pretende um discurso recorrente, os portugueses não vivem anestesiados pelo Estado-providência, que chegou tarde, a más horas, em pouca quantidade e com breve duração a Portugal. Os portugueses sabem que cada vez mais, quando adoecerem, quando forem despedidos, quando deixarem de poder trabalhar, ficarão entregues a si mesmos. Continuação

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[José Leitão, http://inclusaoecidadania.blogspot.com/, 18-02-2007] | 3 comentários
Para justificar a introdução da flexigurança, entre nós, tem-se invocado a rigidez do mercado de trabalho e da legislação dos despedimentos. Convém, contudo, ser mais rigoroso. A única área em que o despedimento é rodeado de maiores garantias do que em outros países europeus é a do despedimento individual com invocação de justa causa.
Continuação

[José Vítor Malheiros, Público, 20-02-2007] | 1 comentário
Todos os indivíduos têm direito a decidir o seu próprio destino.
Continuação

[Vital Moreira, Público, 13-02-2007] | 1 comentário
Como escrevi num depoimento para o jornal El País no sábado passado, o que se decidia no referendo não era somente saber se o aborto voluntário deveria, ou não, deixar de ser crime em Portugal. Tratava-se também um "teste civilizacional", entre a pré-modernidade ou a modernidade, entre a confusão ou a separação entre a ordem moral e a ordem penal, entre o império religioso ou o Estado laico. Como explicou, por sua vez, Eduardo Lourenço, estava em causa mais um confronto entre o Portugal rural, católico e conservador e o Portugal urbano, laico e liberal.Continuação

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[Elísio Estanque, http://boasociedade.blogspot.com, 18-02-2007] | 1 comentário
A actual convulsão do mercado de trabalho e a crescente precariedade no emprego, induzidas pela globalização da economia, recolocaram de novo as desigualdades sociais no centro das preocupações. E a desvalorização dos títulos académicos, no quadro das mudanças em curso no ensino superior, insere-se nesse processo.Continuação

Pio de Abreu, psiquiatra e professor da Universidade de Coimbra
[Pio de Abreu, http://www.odespertar.com.pt, 07-02-2007] | 3 comentários
Nas discussões sobre o próximo referendo, raras vezes tenho ouvido a decisiva palavra: amor. Tenho ouvido, sim, sobretudo pela parte dos adeptos do não, um fundamentalismo irracional cheio de zanga e intolerância, um desprezo punitivo pelos momentos mais dramáticos das mulheres concretas, reais e normais. Continuação

[Helena Roseta, Semanário, 09-02-2007] | 0 comentários
A liberdade de decisão da mulher é a verdadeira questão à qual o Não e o Nim não querem dar resposta.
O que está em causa é um problema de poder. Do poder de ditar as regras, que durante séculos foi monopólio da Igreja Católica, mas que num Estado laico tem de pertencer aos órgãos democraticamente eleitos. Continuação

[Maria do Céu Cunha Rego, Público, 06-02-2007] | 2 comentários
Lembra-se das passagens de nível? Lembra-se das placas rectangulares onde se lê em letras grandes e grossas: "Pare, escute e olhe"? E quando o comboio lá vem, e enquanto passa, há um tttrrrrrriiiiiiiiiiiiimm estridente e salvador, a impedir distracções ou imprudências.
Esta é uma semana de Pare, escute e olhe, que o comboio é pesado e esmaga mesmo.
Continuação

[Manuel Rocha Carneiro, O Ilhavense, 01-02-2007] | 5 comentários
Votarei sim porque não aceito que no desespero e na solidão uma jovem futura mãe tenha que tomar decisões de vida ou de morte sem o apoio de quem lhe possa apontar alternativas. Alternativas que são dever de um Estado nascido da esperança dos cravos e do sonho.Continuação

[José Leitão, Público, 04-02-2007] | 1 comentário
A penalização do aborto constitui um factor de maior sofrimento e de reforço da discriminação dos que são vítimas na sociedade. Considero que a nossa intervenção cívica e política deve ter como um dos objectivos eliminar o sofrimento evitável e penso que a prevenção do aborto não exige a penalização dos que se verificam até às dez semanas. Confio na consciência bem informada e no sentido de responsabilidade das mulheres e dos cidadãos, em geral, para conseguir que o aborto seja raro.

Continuação

Editorial do partido socialista suíço
[Diana Rizzolio, Editorial do sítio do PS de Genève ( excerto ), 25-01-2007] | 0 comentários
Un livre écrit par les professionnels du Planning familial genevois, pionnier en Suisse, a été publié récemment pour marquer les quarante ans de son existence. C’est l’occasion de rappeler que la dépénalisation de l’Interruption Volontaire de Grossesse (IVG) n’a enfin été acceptée en Suisse, qu’en juin 2002, il y a moins de 5 ans, à l’occasion de la 4e votation sur ce sujet. La lutte politique en faveur du régime du délai a duré 30 ans et avait débuté avec le lancement d’une initiative populaire en 1971.Continuação

[Miguel Vale e Almeida, antropólogo e mandatário Movimento Cidadania e Responsabilidade pelo SIM , Le Monde Diplomatique, edição portuguesa, Janeiro de 2007, 21-01-2007] | 10 comentários
No debate sobre a despenalização da IVG talvez convenha começar por recordar que um feto é «vida». Assim como o é também um embrião. É óbvio inclusive que ambos são vida da espécie humana. É por isto ser tão óbvio que tanto os apoiantes do «Sim» como os apoiantes do «Não» concordam que a decisão quanto a abortar é um problema moral e ético que se coloca a quem tem que decidir. Continuação

O fio do horizonte
[Eduardo Prado Coelho, Público, 18-01-2007] | 3 comentários
É óbvio, mete-se pelos olhos dentro, só não vê quem é cego, e o pior cego é o que não quer ver, que a Igreja está a fazer uma denodada campanha contra o aborto e a incitar toda a gente a que se vote "não". Mas quando perguntam a monsenhor Luciano Guerra se o Santuário de Fátima é a sede da campanha da Igreja a favor do "não", ele responde com a maior serenidade: "Não há uma campanha da Igreja. O que há é uma evangelização em defesa da vida." Continuação

[José Leitão, blgue inclusão e cidadania, 14-01-2007] | 1 comentário
Os recentes acontecimentos da Guiné-Bissau desde o assassinato por desconhecidos de Lamine Sanhá, ex-chefe do Estado Maior da Armada e que foi um dos mais próximos aliados do brigadeiro Ansumane Mané, líder da ex-Junta Militar, que derrubou Nino Vieira, estão a ser seguidos com angústia e preocupação em Portugal, onde vivem muitos milhares de guineenses, muitos dos quais são hoje também cidadãos portugueses.Continuação

Crónica publicada sob o título "Notas Imperfeitas"
[José de Faria e Costa, O Primeiro de Janeiro, 11-11-2006] | 0 comentários
Todos percebem a enorme dose de cinismo e de dissimulação quando vemos os mais altos representantes da Administração americana exultarem de fervor democrático e de júbilo pela aplicação da Justiça quando se sabe que Saddam Hussein, ao praticar tantas das suas mais violentas atrocidades, era um aliado fiel e querido dos Estados Unidos. Então servia. Agora é um reles e “descartável” bode expiatório. Continuação

[Madalena Barbosa, Público, 04-01-2007] | 0 comentários
Ao propor-se uma pergunta sobre a despenalização do aborto até às dez semanas e por opção das mulheres, a votação do "sim" ou do "não", o que está em jogo é, mais uma vez, uma questão de confiança na responsabilidade das cidadãs portuguesas. Continuação

José de Faria e Costa
Crónica publicada sob o título "Notas imperfeitas"
[José de Faria e Costa, O Primeiro de Janeiro, 06-01-2007] | 0 comentários
Uma das coisas mais importantes que a modernidade trouxe quando confrontada com o “ancien regime” (isto é, o regime medieval) foi o de acabar, julgava-se que para sempre, com o espectáculo degradante e inumano das execuções no pelourinho.Continuação

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[José Leitão, blogue inclusaoecidadania.blogspot.com , 02-01-2007] | 5 comentários
Não podia deixar de condenar a execução de Saddam Hussein, realizada, aliás apressadamente, quando ainda estava ser julgado por outros crimes de que era acusado, com um grande envolvimento dos Estados Unidos em todo este processo, tudo isto deixando muitas dúvidas de que tenha tido um julgamento justo, pese embora sejam públicos e notórios muitos dos graves crimes de que era acusado. Continuação

Discursos proferidos na AR
[28-12-2006] | 0 comentários
Dada a actualidade do tema, recordamos as intervenções
de Manuel Alegre na Assembleia da República em 1984, 1997 e 1998, a favor da despenalização da IVG. Os textos integrais podem ser consultados no sítio de Manuel Alegre.Continuação

[Elísio Estanque, Revista Figueira 21, Novembro 2006, 20-12-2006] | 0 comentários
As transformações sociais em curso a nível global nas últimas décadas induziram uma nova dinâmica na vida das cidades. Há um vasto conjunto de exemplos de centros urbanos de variadas dimensões, localizados em diferentes continentes e com tradições históricas muitos diversificadas (Newcastle, Liverpool, Nantes, Toronto, Bilbau, Barcelona, Porto Alegre, etc) onde tem sido possível pôr em prática experiências de reconversão urbana e formas de gestão extremamente inovadores, quer do ponto de vista da preservação do património histórico e arquitectónico, quer do ponto de vista do desenvolvimento local e regional. Continuação

Fonte: www.dn.pt
Reportagem sobre democracia participativa
[Alexandra Reis, Público, 19-11-2006] | 3 comentários
Embora ainda residual, o fenómeno da democracia participativa está a ganhar peso nos municípios portugueses, onde cada vez mais as populações são chamadas a dar sugestões ou até a definir elas próprias as prioridades da gestão autárquica. Há quem veja nele um antídoto para a apatia política generalizada. Para outros, porém, do que se trata aqui é da pura demissão do exercício do poder.Continuação

[Luís Martinho do Rosário, JN, 09-12-2006] | 1 comentário
Perplexos, os cidadãos protestam contra um assalto sem precedentes aos seus direitos sociais. A economia mundial está cada vez mais desregulada e as desigualdades e assimetrias são cada vez maiores. Continuação

[Marina Costa Lobo, DN , 02-12-2006] | 1 comentário
Cavaco Silva cumpriu o prometido na campanha eleitoral anunciando na quarta-feira passada que convocaria o referendo sobre o aborto para 11 de Fevereiro de 2006. Este anúncio foi feito no seguimento da aprovação pelo Tribunal Constitucional da pergunta tal como ela vai ser formulada aos portugueses, nomeadamente se concordam com a interrupção voluntária da gravidez até às dez semanas num estabelecimento de saúde por livre vontade da mulher.
Continuação

[Elísio Estanque, Público, 25-11-2006] | 1 comentário
A Revolução de Abril de 1974 celebrou com cravos a chegada da liberdade. Mas trinta e dois anos depois e vinte após a integração europeia, o nosso país continua a manifestar sinais preocupantes de que existe medo e ressentimento na sociedade. Já não o medo da repressão e do autoritarismo do regime, mas um sentimento difuso, um “medo social”, que neutraliza a afirmação do Sujeito consciente e livre, que o impede de dizer o que pensa e de se assumir como cidadão. Por que será que isto acontece? Continuação

Manuel Alegre sobre o Congresso do PS
[Manuel Alegre, Sol, 18-11-2006] | 7 comentários
Por que razão alguns dos que travaram os combates perigosos, enfrentando a Pide e a repressão, de repente se calam e parecem acomodados? E como se explica que outros, que nunca teriam coragem de emitir sequer um sopro em plena ditadura, se comportem como se tivessem o poder na barriga? Não tenho para isso uma resposta clara. Ocorrem-me Hegel e o seu princípio das religiões orientais: “És tanto mais quanto mais de despes de ti mesmo e te diluis numa substância alheia.” Qual? O poder? Talvez a época e a sua circunstância. Continuação

[Cipriano Justo, Sol, 04-11-2006] | 1 comentário
É caso para perguntar: vamos ter o homem do fraque a vigiar as enfermarias e os blocos operatórios dos hospitais? Continuação

[José Leitão, blogue inclusaoecidadania.blogspot.com , 05-11-2006] | 1 comentário
Um dos acontecimentos mais positivos da semana passada foi a constituição no dia 1 de Novembro, em Viena, da Confederação Sindical Internacional (CSI), representando 168 milhões de trabalhadores, de 155 países.Continuação

[São José Almeida, Público, 04-11-2006] | 1 comentário
Que estranha tendência securitária e autoritária é esta de os mesmos que cantam a liberdade do mercado e das empresas serem tão solícitos em inventar formas para controlar e cercear a liberdade individual? Continuação

[Vasco Pulido Valente, Público, 04-11-2006] | 0 comentários
Nunca percebi muito bem o que era esse impalpável "estado de graça", que aparentemente na última semana Sócrates perdeu. O "estado de graça" pode ser, em primeiro lugar, a aprovação pública do Governo. Mas, nesse caso, Sócrates já perdeu o "estado de graça" há muito tempo. Tanto as locais como as presidenciais, duas claríssimas derrotas, foram com certeza sinais de um descontentamento profundo, mesmo sem contar com a candidatura de Alegre. Continuação

Fonte: www.spn.pt
[André Freire, Professor de Ciência Política, Público, 30-10-2006] | 3 comentários
Prossigo a análise sobre as orientações do Governo, com o intuito de aferir se podemos ou não falar de um reposicionamento ideológico do PS e quais as possíveis consequências.Continuação

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[Elísio Estanque, Diário de Coimbra, 30-10-2006] | 0 comentários
Olhando para o cartaz da Latada de 2006 da Universidade de Coimbra podemos facilmente identificar três dos principais traços que definem hoje o ambiente académico: a irreverência boémia, a violência simbólica e o machismo. Continuação

[Rui Tavares, Público, 28-10-2006] | 0 comentários
O mundo tem medo do fim do mundo. Portugal tem medo do fim do mês. Nos últimos dias, enquanto na ONU se discutia a reacção aos testes nucleares norte-coreanos, nós por aqui discutíamos a questão das Scut em todos os seus cambiantes técnicos.
Continuação

[António Perez Metelo, DN, 27-10-2006] | 1 comentário
Emanado da capital norte-americana, surgiu na década de 80 o decálogo das boas práticas financeiras para todos os países que quisessem aspirar a fugir das trevas do subdesenvolvimento. A lei suprema era a livre e irrestrita circulação de capitais. Os sumos sacerdotes deste culto assumiam o avatar discreto do Fundo Monetário Internacional (FMI).Continuação

[24-10-2006] | 1 comentário
Na última edição do "Inimigo Público", suplemento do Público de 21.10.06, marcámos presença, com o título "MIC quer disputar a Liga BWin". Com graça. Também a rir se pode marcar a agenda.Continuação

[Manuel Alegre, Revista Figueira 21,Outubro 2006, ano 1, nº 1, 22-10-2006] | 0 comentários
1.
Com a queda do muro de Berlim e o colapso da União Soviética julgou-se que tinha chegado a hora do socialismo democrático. Mas o que chegou foi a globalização, o neoliberalismo, o triunfo daquilo que alguém definiu como o "capitalismo total". Continuação

[Pacheco Pereira, http://abrupto.blogspot.com, 06-10-2006] | 0 comentários
O modo como a manifestação dos professores foi tratada mostra a fragilidade do nosso jornalismo, que tem muita dificuldade em sair do habitual, em perceber o que é diferente, para além das legítimas dúvidas sobre a governamentalização da RTP que suscita.Continuação

[José Leitão, http://inclusaoecidadania.blogspot.com, 22-10-2006] | 0 comentários
A proposta de Manuel Alegre reveste-se, neste contexto, de grande oportunidade e todos ganharíamos se fosse discutida e incluída na agenda política europeia pela próxima Presidência Portuguesa da União Europeia.Continuação

[Helena Garrido, DN, 21-10-2006] | 2 comentários
Em Bruxelas, o primeiro-ministro José Sócrates debatia em cimeira a estratégia europeia para realizar poupanças de 20% no consumo de energia até 2020. Em Lisboa, o seu ministro da Economia, Manuel Pinho, adiava problemas passando o aumento do preço da electricidade de 15,7% para 6% em 2007. Em 2008... logo se vê. Continuação

[Nicolau Santos, Expresso, rubrica "Cem por Cento", 21-10-2006] | 1 comentário
O OE tem razão mas pouco coração. E os impostos incidem sobre rendimentos cada vez mais baixos.Continuação

[Manuel Alegre, http://www.manuelalegre.com, 18-10-2006] | 10 comentários
Com base num estudo de Cristina Reis, da Price Waterhouse Coopers, referido pela edição do DN de 17.10.06, ?os deficientes foram muito penalizados na proposta de Orçamento?. De acordo com a simulação da consultora, ?em alguns casos o agravamento pode chegar aos 12%.? Comentei que, a ser verdade, tal seria inaceitável, do ponto de vista de uma sociedade inclusiva e solidária, e fiz um apelo ao governo para, no caso de tal se confirmar, reconsiderar a sua posição. Continuação

[Manuela Arcanjo, Professora do ISEG, DN, 16-10-2006] | 0 comentários
Pode um governo desenvolver um conjunto de acções tendentes a criar na opinião pública uma imagem extremamente negativa dos funcionários públicos?

Pode, por razões estratégicas, mas não deveria. Por dois motivos: primeiro, a maioria dos aspectos negativos deve ser imputada à própria entidade patronal (Estado); segundo, a "mensagem" é injusta por revelar apenas um dos lados da apreciação.
Continuação

( Excerto )
[André Freire, Professor de Ciência Política (ISCTE), Público, 16-10-2006] | 6 comentários
É incompreensível que os detentores de capital tenham sido tão pouco chamados a participar nos esforços de ajustamento que afectam os restantes portugueses. Portanto, para usar os termos de Adam Przeworski, em matéria de redução das diferenças entre capital e trabalho o PS parece ter passado do "reformismo" à "resignação".Continuação

Fonte: permanent.nouvelobs.com
Excerto do original em francês
[Jacques Julliard, directo delegado da redacção, Nouvel Observateur edição on-line, 12-10-2006] | 0 comentários
"Le développement des moyens modernes de communication (médias interactifs, internet, blogs, sondages) vient d?entrer à son tour en concurrence et avec le système représentatif et avec le suffrage universel. Le règne des partis a été longtemps l?expression ultime de ce double système. Il touche à sa fin. D?où la fureur des apparatchiks à l?idée que c?est l?opinion qui est en train de devenir "la reine du monde" (Pascal).Continuação

Elísio Estanque
[26-04-2006] | 7 comentários
Pode dizer-se que o princípio da ?meritocracia? que as sociedades ocidentais tanto invocam, ainda não funciona ou funciona escassamente em Portugal. Em vez disso, funciona a chamada ?cunha? e uma mentalidade algo anacrónica, marcada por traços de servilismo e pelo medo do poder.Continuação
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