Manuel Alegre: “Não há melhoria do sistema educativo sem a participação e valorização dos professores”
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Manuel Alegre
[FA, Lusa, 03-07-2008] | 0 comentários
A lírica lusófona vai estar em foco no Festival de Poesia de Berlim, que reunirá mais de 150 poetas de 25 países, sobretudo de Portugal, Brasil e África Lusófona, de 05 a 13 de Julho.
Manuel Alegre e o brasileiro Arnaldo Antunes lerão poemas no original na sessão inaugural, intulada "Weltklang" (Sons do Mundo), no sábado, na Akademie der Kuesntt (Academia das Artes), novo palco do festival.Continuação

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[Publico.pt, 02-07-2008] | 0 comentários
Contudo, os ânimos exaltaram-se no debate quando o PS decidiu votar contra artigos de propostas do PSD e do CDS-PP que também continham alíneas idênticas à redacção que constava no diploma apresentado pelos próprios socialistas.
Continuação

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[Público.pt, 01-07-2008] | 1 comentário
"É um gigantesco embuste", afirmou Francisco Louçã, horas depois de Manuel Pinho ter visitado um hipermercado de Lisboa, onde o deputado e coordenador do BE garante que "até houve um aumento de preços".Continuação

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Manuel Alegre ao Expresso
A propósito do novo livro "Sete Partidas"
[Alexandra Carita, Expresso, 30-06-2008] | 0 comentários
Se o infante D. Pedro não tivesse morrido na Batalha de Alfarrobeira o rumo social e político do país poderia ter sido bem diferente. É esta a “tese” que Manuel Alegre defende no exercício poético “mais complexo” que desenvolveu até hoje. O livro chama-se “Sete Partidas” e é lançado dia 9 de Julho pela chancela das Edições Nelson de Matos. Trata-se de um inédito que o poeta publica fora da D. Quixote, agora integrada no Grupo Leya, naquilo a que chama “uma homenagem ao grande editor” com quem trabalhou mais de 20 anos. Sendo ainda uma forma de mostrar que há outros caminhos editoriais além das grandes concentrações.Continuação

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Em reunião promovida pelo PS de Lisboa
[www.manuelalegre.com, 28-06-2008] | 0 comentários
A convite de Miguel Coelho, Presidente da Comissão Política Concelhia de Lisboa, Manuel Alegre reuniu-se em Lisboa com dezenas de militantes socialistas na secção da Almirante Reis. Continuação

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"Opinião Socialista" (actualização)
[Lusa, 22-06-2008] | 2 comentários
O sociólogo Manuel Sarmento, da Universidade do Minho, acusou hoje, no Porto, o actual Governo de abdicar de lutar por «uma política de igualdade de oportunidades na educação». Manuel Sarmento que integra a corrente Opinião Socialista criada por Manuel Alegre, participava num encontro Nova Esquerda e Educação: que Políticas?, que contou também com a participação da deputada socialista Manuela Melo.Continuação

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«onde o contraditório e o diálogo não são pecado»
[maiahoje.pt, 17-06-2008] | 1 comentário
O balanço é amplamente positivo com muita assistência. Provavelmente um dos melhores ciclos de debates, que até poderá ser irrepetível. Tivemos o Manuel Alegre em Janeiro para falar de Sistema Político. Em Fevereiro fizemos uma deslocalização a Matosinhos com Narciso Miranda, Marco António Costa e Lino Ferreira, a adesão dos cidadãos foi enorme, mais de 500 pessoas.Continuação

Opinião
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Manuel Alegre
“Viva a Irlanda! Não há Europa contra os cidadãos”
[Manuel Alegre, DN, 18-06-2008] | 1 comentário
No único país da UE em que se realizou (por imperativo constitucional) um referendo ao Tratado de Lisboa, o "não" ganhou.Continuação

Opinião
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[Joaquim Jorge, MeiaHora, Clube dos Pensadores, 18-06-2008] | 1 comentário
Manuel Alegre ao promover um comício com outras forças de esquerda está a enviar sinais para dentro do PS. Porém este partido socialista procura fazer ouvidos de marcador. Já o tinha feito a seguir à eleição presidencial fazendo de conta que nada se tinha passado, mais tarde com as eleições para a CML, António Costa venceu mas não convenceu, o efeito Helena Roseta provocou uma erosão no eleitorado do PS que quase inviabilizou a sua eleição, a fasquia ficou-se pelos 30%.
Continuação

A redução do tempo de trabalho foi um marco do movimento operário europeu e um momento alto do governo da Frente Popular de Léon Blum.

Mudou a vida das pessoas e constituiu uma das bases do que veio a ser o chamado modelo social europeu.

A aprovação em Bruxelas de uma nova directiva sobre o tempo de trabalho, que alarga o actual máximo de 48 horas semanais para 65 horas, é mais uma capitulação perante a lógica neo-liberal que põe em causa os equilíbrios sociais consagrados na Europa.

Fez bem o Governo português em não aprovar.

Esta directiva é um atentado contra o modelo social europeu e uma verdadeira regressão civilizacional.

[Manuel Alegre, 12.06.2008]

Continuação
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